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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Resenha - Amanhã 01 - Amanhã, Quando a Guerra Começou (John Marsden)


AMANHÃ 01 - AMANHÃ, QUANDO A GUERRA COMEÇOU

JOHN MARSDEN

O que você faria se descobrisse que todo o mundo que conhece deixasse de existir da noite para o dia? 

Ao voltar de uma semana de acampamento, Ellie e seus amigos descobrem que a cidade em que viviam foi invadida por um inimigo desconhecido. Suas famílias foram aprisionadas e uma guerra está acontecendo em seu país. Agora, eles estão sozinhos em uma cidade sitiada, lutando para descobrir o que aconteceu com seu país e tentando sobreviver. 

AMANHÃ é a história de uma aventura extraordinária em tempos extraordinários, em que esconderijos, explosões e fugas passam a fazer parte da rotina desse grupo de amigos. Sozinhos e sem ter para onde ir, Ellie e seus amigos vão precisar de toda a coragem e ousadia para sobreviver. 

Amanhã, quando a guerra começou é o primeiro livro da série que foi escolhida como a mais fascinante pelos jovens leitores nos EUA, na Suécia e Austrália. Uma história que prende o leitor do início ao fim. Amanhã, quando a guerra começou vai ficar na sua memória para sempre.



      Ok, acho que exagerei um pouco no tamanha da imagem, mas um grande livro merece uma grande imagem, pois é o livro que mais me estimulou a ler sem parar.
Ultimamente todos que querem (e que tem dinheiro), lançam um livro, por isso eu andei lendo muitos livros sem qualidade. Porém, eu tiro o meu chapéu para "Amanhã".
      O livro se trata de um grupo de jovens que decidiram acampar e quando voltaram todos haviam sumido misteriosamente. Aos poucos os jovens percebem que estão no meio de uma guerra e aí que a aventura começa e o livro começa a ficar emocionante de verdade. Os garotos passam por várias dificuldades e desafios como: explodir pontes, se salvar das garras dos inimigos e, claro, sobreviver. John Marsden (o autor do livro) consegue mostrar exatamente o ódio, a coragem e ao mesmo tempo o medo que os personagens sentem, é como se a história fosse real.
      Amanhã foi o melhor livro que já li. Lembro que não conseguia parar. A história me prendeu de um jeito que passava até duas horas inteiras lendo sem dar uma pausa, e apesar do livro ter em média 236 páginas, terminei o livro em uma semana (isso porque eu parava um pouco de ler para o livro não acabar!). Aposto que até as pessoas que não gostam de ler se prenderiam na trama.
      Amanhã com certeza é um livro que indico totalmente. Não consigo enxergar um pouco fraco sequer nesta emocionante e envolvente aventura. Um Aviso: amante de aventura, cuidado, você pode se apaixonar.

Is Angelotti

Sentimentos - Medo

Sei, sei que já falei aqui no blog sobre o medo. Mas, com as minhas andanças por aí tenho mais coisas para concluir sobre esse sentimento tão misterioso, talvez o mais complicado de se entender.
Algumas pessoas o consideram apenas como uma defesa do nosso corpo, cérebro e alma. Concordo, em partes. Mas às vezes temos medo de coisas tão inúteis. Acho que isso acontece devido ao fato da sociedade colocar coisas perversas e na maioria das vezes mentirosas.
Por exemplo, quem aqui nunca teve medo de dar seu primeiro beijo? Qual é? Tantas coisas para se temer. Às vezes não temos medo de se envolver com drogas (particularmente eu tenho medo). Cada pessoa tem seu medo em particular, por isso acho que, em alguns momentos, o medo não é apenas uma defesa do nosso corpo, mas sim uma forma de mostrar como somos, a nossa personalidade.
Existem também medos diferentes. Existe o medo de animais asquerosos e estranhos. Sentimos um arrepio desde o dedão do pé até o último fio de cabelo.
Existe o medo de se apaixonar. Sentimos que estamos presos em uma bolha, apenas rodeado por aquela pessoa, só a enxergamos, e isso assusta.
Existe o medo de ladrão. Liberamos muita adrenalina, e quando vemos algum estranho já atravessamos a rua ou começamos a correr não é?
Assim, como você pode ter medo de barata, outra pessoa pode ter a coragem de matá-la.
Mas você ne pergunta: o que é a coragem? Apenas o medo de ter medo.

Is Angelotti

sábado, 11 de dezembro de 2010

Livros que estou lendo!

Oi gente!
Ultimamente não estou tendo cabeça e nem paciência para ler livros, muito menos para escrever contos. Eu escrevi um pequeno texto estes dias para postar aqui, mas não me lembro onde deixei o caderno que eu escrevi. Quando eu achar eu posto.
Enfim, eu vim aqui para dizer que estou lendo um novo livro chamado "Nudez Mortal" de Nora Roberts. Não preciso nem falar nada a respeito né? Sempre quiz ler um livro da Nora porque todos são muito bem falados por aí. Porém nunca tive oportunidade... Agora que me surgiu essa imensa honra vou ler o livro de cabo-a-rabo e postar a minha opinião sobre ele aqui no blog. Prometo que não demoro. Leiam a sinopse:


nudez2

Apresentando nesse primeiro livro da série a Tenente Eve Dallas. Em 2058 a tecnologia domina o mundo. A tenente da Polícia de Nova York, Eve Dallas está a caça de um assassino cruel, e em 10 anos na força policial, já viu de tudo e sabe que a sobrevivência depende de seus instintos.
Quando a filha de um senador é morta, a sua vida secreta na prostituição é revelada. E a tenente destacada para o caso, Eve, terá que investigar o círculo fechado dos polítos e sociedade de Washington.
E para complicar, a atração crescente por Roarke, um bilionário irlandês e sedutor, principal suspeito do seu caso de investigação. Quebrando todas as rígidas regras de conduta, Eve envolve-se com ele. Mas a paixão e a sedução tem suas próprias regras e farão com que Eve caia nos braços de um homem o qual ela não sabe nada, exceto o desejo viciante da necessidade do seu toque.
Deixa eu ler meu livrinho (livrão né?). ^-^
Beijinhos,
Is Angelotti

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Curso de italiano

Buonpomeriggio

Depois de ficar sabendo que o Ca estava fazendo curso de noruegues corri para fazer um curso de italiano. Sabe, eu sempre quis viajar pra italia e "parlar" italiano.
Visitem o livemocha.com

Kisses,

Ariverderte

domingo, 17 de outubro de 2010

Sentimentos - Inveja.

Oi gente, voltei , voltei. E com aqueles sentimentos sabe? Já escrevi sobre amor, amizade...

Hoje vou falar sobre a inveja.

A inveja é uma coisa estranha né? Bom, esse sentimento é uma coisa complicada para se dizer. Quer dizer, QUEM NUNCA SENTIU INVEJA? Por favor, atire a primeira pedra.
Ninguém se livra da inveja. Às vezes os pais do seu vizinho tem aquele carrão super legal, importado e que custa mais do que um simples salário mínimo pode pagar por mês, enquanto o seus pais tem um mais simples, que cabe no orçamento, bom... sabe aquela pontadinha lá no fundo, que dá vontade de pegar uma pedra e riscar o vidro do carro do cara? Isso é a inveja. É uma coisa que nunca iremos nos livrar, assim como a maioria dos sentimentos, creio eu.

O máximo que podemos fazer é domá-la. Como? Nem eu sei. Consigo controlar apenas pensando, talvez eu tenha o que mereço, ou algo melhor espera por mim. Talvez aquelas pessoas também terão o que merecem. Sabe, eu sou muito religiosa. Mas vocês podem pensar o que quiserem , aliás, cada pessoa tem seu jeito diferente de controlar a inveja. Minha maneira de pensar é essa. Um dia terei o que realmente mereço, se é que mereço alguma coisa. Apenas espero o futuro e me esforço o quanto posso. Também nem posso fazer muita coisa enquanto menor de 18, rsrsrs.

É isso aí, quem quiser comentar, aqui é um espaço para as pessoas conversarem e se expressarem, EDUCADAMENTE. Digam o que pensam a respeito da inveja.

Beijos,
Is.

sábado, 9 de outubro de 2010

Viajando... e algumas explicações.

Oi todo mundo!
Faz tempo que eu não posto né? Eu ando meio sumida por causa da escola e eu não estou mais tendo inspiração pra nada! NADA!!!!
Bom, prometo que vou começar a postar regularmente, vou voltar a escreve aqueles pequenos textos em que eu falava sobre os sentimentos, lembra? Pois é, quem não leu dêem uma olhadinha.
Amanhã já posto alguma coisa ... e assim eu vou indo. Desculpem, devo muitas disculpas a todo mundo!

Mas... o que eu posso fazer, estou me esforçando muito, tenho dois blogs para cuidar né? O outro ainda exige um post por dia pelo menos, porque se ficar desatualizado... bom, já entenderam.

Beijinhos,
Is.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Continuação - Cartas de Inspiração

- Diga logo o que tem a dizer pra você se mandar rápido daqui. – eu disse um tanto grosseira.

- Desculpe, eu sei que você está irritada por causa do casamento entre… você sabe. – sua voz parecia de soprano, mal conseguia ouvi-la.

Ela fechou a porta e a janela de meu quarto. Aquela paranóia estava começando a me irritar.

- Qual é a sua?

- Eu vou te explicar se conseguir acalmar seus nervos. Escute, todos nós corremos perigos. Eu, você, James, todos! Há um serial killer matando várias pessoas no estado, e ele reuniu um grupo com aproximadamente mil integrantes que estão se espalhando rapidamente, recrutando mais pessoas e matando quem virem pela frente. Segundo alguns contatos nossos eles estão caminhando pelo deserto, porém em menos de um mês eles estarão em seu destino, que infelizmente ainda não sabemos qual é. Temos que fugir hoje a noite. Seus pais ficarão seguros pois deixaremos alguns amigos nossos tomando conta e …

- Mal qual o motivo de você e James se casarem? E quem manda “amigos” para vigiar a casa dos outros?

- Você não deixou eu terminar! Escute, nós nos casamos porque estão tentando matar um homem muito rico e importante. Ele mora na cidade de PorkBelly e estamos preocupados não só por ele ser rico e tudo mais, é porque ele é…

- O pai de James. – eu conclui.

- Sim. Senhor George.

- Mas porque eles querem matar o pai de James? Claro, ele é rico, mas… Vão ter que dividir com muitas pessoas o dinheiro, e além do mais, não dá pra esconder da policia mil homens e nem um assassinato desses!

- Mas é isso que estou tentando te explicar. Fique quieta e deixa eu terminar pelo menos o meu raciocínio. – ela já estava ficando irritada, então só concordei com um aceno de cabeça – Há um tempinho George prometeu ao meu pai que James se casaria com a minha irmã mais velha, mas, agora ela não está mais entre nós. – seus olhos se encheram de lágrimas – Que Deus a tenha! – ela começou a chorar, mas depois se lembrou de que eu estava ali - Bom, e a próxima a assumir esse lugar seria eu. Eu não quero mas… o meu pai quer e se não nos casarmos rápido ele vai enviar mais homens atrás do pai de James. Mas não é só por essa razão também. Eu odeio o meu pai, eu sei que ele tem parte da culpa na morte da minha irmã. Mas eu e James desconfiamos que meu pai está tramando algo, e que esses homens seguindo George tem algo relacionado a ele. Talvez irão seqüestrá-lo para fazer com que nos casemos mesmo. Para roubar a grana do George, sabe? Bem, e ele quer meio que acabar com você e sua família, pois ele ficou sabendo de seu passado com James, e quer que tudo ocorro bem, e que não tenha perigo de ele voltar com você.

O celular dela tocou. Pensei que aquela menina nunca mais ia parar de falar. Ela falou por uns 3 minutos e desligou.

- Arrume suas malas. Temos que sair daqui agora.

Continua...

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Acordo entre Is e Ca

Hi, everyone!!

Eu e o Ca estamos aqui para avisar de um contrato que fizemos.
Se eu não me engano estou devendo pra vocês dois contos e o Ca, três ou quatro.

Então fizemos um acordo. Não poderíamos ficar sem postar alguma coisa durante uma semana e não deixaríamos acumular mais que 4 contos. ( O Carlos tá na forca =$)

Eu até mostraria o print da conversa no MSN, mas acontece que eu salvei no meu PC e eu to no Note da minha mãe morrendo de tédio no serviço dela. D:

Pior que nbão está entrando MSN e eu não lembro o nome daquele negócio que dá pra entrar também. /cry.

Mas é isso então,

Beijos,
Is.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Recado - Terror em Falcreek, mais atrasado =$

Oi gente.
A nossa gravação de Terror em Falcreek está mais atrasada porque o Ca pegou catapora e não está podendo gravar. Tem que ficar em repouso. Se fosse só pelo caso das pintinhas vermelhas até dava pra rebocar a cara dele com maquiagem, mas...

Eu peço muiiiiitas desculpas ta? Vamos correr com esse projeto quando ele melhorar e assim que postarmos vamos colocar outra enquete. E o próximo tema , adivinhem? romance... Já vão pensando nos seus contos favoritos e não deixem de ler Contos de Inspiração.

Cartas de Inspiração - Terceira Parte

Fiquei arrasada ao ver aquilo. Porém não estava entendendo mais nada.

Fui cambaleando até a minha cabeceira, não conseguia enxergar mais nada. Aquilo só poderia ser um grande engano. Não poderia estar acontecendo. Li e reli o convite, eu tinha de estar louca.

Abri a carta para ter certeza. Comecei a ler, caíam lágrimas de meus olhos e por dentro eu ardia como fogo.

Ane,

Primeiramente, não mostre essa carta a ninguém!

Sei que pode parecer estranho. Estou casando, porém quem eu realmente quero é você. De início pode ser que você não acredite e me chame de louco insensível. Mas eu fui forçado a casar, você tem que acreditar em mim. É uma longa história e eu não posso dar muitos detalhes por esta carta, pois, pode parar nas mãos de pessoas erradas! Eu preciso te encontrar, pelo menos uma última vez, te abraçar. Acredite em mim. Você não estaria em segurança se eu estivesse ao seu lado. Por isso vou enviar Lenna para conversar com você e lhe explicar o porquê de tudo isso. Ela deverá chegar em uma semana, espero que você tenha recebido esta carta até lá. Por favor, ela só quer te ajudar, e também não queria casar. Seja simpática.

Com amor,

James

PS.: Quando ela chegar explicará tudo, inclusive sobre o vestido e o passaporte.

Aquela história estava me deixando louca. Olhei a data da carta, nossa. Quer dizer, o dia em que Lenna iria me visitar era hoje. Mas ela não havia dado sinal de vida ainda. Que bom! Aposto que é tudo zoação para me fazer mal.

Peguei o vestido. Era bem bonito. Era branco com detalhes em renda. Super básico na verdade, a não ser pelo fato de ele ser bem armado. Tipo um vestido de princesa, de noiva, dama de honra, ou o que vocês preferirem.

Dei uma olhada no passaporte e o destino era Fordlan. Nunca tinha ouvido falar.

Escutei alguém bater na porta. Era a minha mãe.

- Querida, tem uma garota na sala querendo falar com você, posso deixar ela subir?

- Qual o nome dela? – perguntei.

- Acho que era, Lenna, ou Linna. Algo assim.

- Claro. Mande subir.

Minha mãe desceu as escadas e após uns 5 minutos ouço batidas na porta.

- Pode entrar – eu disse.

A minha primeira impressão daquela garota que entrou foi de uma coisa delicada, uma boneca de porcelana, que se fosse tocada quebraria. Sua pele era extremamente branca, parecia um fantasma, seus olhos eram cor de mel e seus lábios muito vermelhos. Seu rosto era emoldurado por incríveis cabelos preto que pareciam cintilar.

- Oi. – disse surpresa.

Quer dizer, eu não via uma criatura tão bonita daquele jeito em nenhum lugar e nem nunca na minha vida. Eu era morena, de cabelos cacheados pretos, e não trocaria minha aparência por nada. Eu me amo, mas poxa, ela era bem bonita.

Não era a toa que James preferiu ela e não eu.

Continua...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Seja Diferente!

Eu vim aqui pra falar sobre uma coisa que não é comum no dia-a-dia das pessoas. Se questionar se somos diferentes dos outros… ser humanos. Somos todos diferentes e odeio quando as professoras vêm com aquele papo de que todos são iguais, ninguém é melhor que ninguém e etc. Eu discordo totalmente! Se fossemos todos iguais que graça teria? Afinal, somos uns melhores do que os outros, de um modo bom, claro.

Vocês acham que eu estou brincando? Não! É tipo uma balança. Alguns são melhores em algumas coisas e outros em outras. E assim não somos iguais, porque eu posso não ser tão boa em geografia, mas sou boa em Português e Matemática. Eu amo Ciências e não gosto de Espanhol. NINGUÉM é igual. Pode ser até que sejam iguais na aparência, tipo gêmeos. Mas em gostos, nem pensar.

Então seja você, faça do seu jeito, faça acontecer e acredite em transformar suas diferenças em coisas boas, em qualidades. Ser diferente não é ruim. Vestir as roupas que gosta, usar os acessórios e escutar a música que gosta não é ruim.

Obrigada por lerem este post! E dependendo de qual for seu jeito, acredite, se as pessoas gostam mesmo de você vão aceitar o seu jeitinho de ser!

Beijos,

Is Angelotti

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A coragem e o medo

A coragem... uma coisa que nem todos sabem exercer. Porém, todos tem, bem lá no fundo. Nunca me considerei uma pessoa muito corajosa. Quer dizer, teve um tempo que eu fiquei com tanto medo do "Cavaleiro sem cabeça" que eu pensei que iria entrar em depressão, ia ficar doida da cabeça.
Hoje em dia uma coisa que eu tenho medo é sangue. Tenho muito medo de sangue. Trauma mesmo. Eu brinco com as pessoas dizendo que eu tenho hemofobia, não chega a tanto, mas, na escola a professora colocou um vídeo de, ahmmm, parto pra gente assistir. Eu quase desmaiei, fiquei branca igual fantasma, eu quase pedi pra sair da sala, sério. Na verdade eu vou abrir o jogo. Eu sempre fui muito medrosa. O medo é uma coisa normal, assim como a insegurança.
Sou insegura, medrosa, e tudo que vocês podem imaginar nesse sentido, mas bem lá no fundo havia ainda um pouco de coragem. Durante anos eu acreditei que não. Mas sim, existia ainda um pouco dessa sensação ótima dentro de mim.
Então hoje eu vou ser corajosa. Eu decidi seguir o meu sonho, quero ser modelo. Eu sempre sonhei com isso, e hoje que eu tenho maturidade pra seguir meu sonho, eu quero seguir. Eu posso não ter muitas chances, e se não der certo, pelo menos, no futuro, eu posso falar para os meus netos e filhos que eu tentei e fui uma heroína, corri atrás de meus sonhos.

Agora só o que falta fazer é contar pra minha mãe. E convencê-la de que é isso mesmo que eu quero. Pelo menos fazer um book. Todos vivem dizendo isso, pelo fato de eu ser magrelinha... ;D

Corram atrás de seus sonhos. Eu não corri antes, e me arrependi, só queria dizer isso.

Boa sorte... Conquistem o mundo e sejam alguém na vida.

Beijos ,
Is Angelotti

Ah, e se me virem em alguma capa de revista, tipo assim, Rolling Stones, saibam que eu consegui! ~:D

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Continuação - Cartas de Inspiração


Manhã de domingo. Era cedo ainda, e eu andava calmamente pelas ruas da pequena cidade que eu morava.

Meu caminho era o correio, iria enviar uma carta ao meu James.

Havia tempo ele não me retornava nenhuma sequer. Mais ou menos 4 meses. Foram longos 4 meses de espera, porém, dessa vez eu estava confiante de que ele iria me responder.

Bom, mudar de endereço eu acredito que não foi, porque senão ele teria me escrito dizendo o novo endereço.

Talvez tenha acontecia algo grave com ele, mas eu preferiria não acreditar nessa possibilidade. Só de pensar que algo de ruim poderia ter acontecido com ele me dá vontade de cometer um suicídio.

Cheguei ao correio e entrei. Havia poucos funcionários porque ainda era muito cedo. Desliguei meu MP3 e me dirigi ao primeiro balcão.

Empurrei o envelope para uma moça do caixa e ela me olhou torto.

- Outra carta para James, Anelise?

O nome dela era Jose. Já estava acostumada com minhas visitas, para perguntar se ele havia me mandado algo ou mesmo para enviar uma carta.

- É. Você tem certeza que ele não enviou nenhuma carta para mim?

- Já verifiquei hoje, e antes que você pergunte, sim, eu já verifiquei cinco vezes se ele mudou de endereço. E o meu sistema não aponta nada.

- Tá. – eu paguei ela e não disse mais nada.

Saí de lá o mais rápido possível antes que tentasse me impedir. Cheguei em casa e pendurei meu casaco no cabideiro.

Subi para meu quarto e liguei o som no último. Deitei na cama e tirei de dentro do travesseiro a foto de meu amor, querido James. Sei que esta história dramática pode estar ficando um pouco chata demais. O que eu posso fazer? Não consigo esconder meus sentimentos.

Pensando nisso adormeci e acordei já na hora de ir para aescola. Coloquei um casaco verde. Passei meu lápis preto e forte e joguei o capuz sobre meus cabelos curtos e castanhos. Coloquei minha calça jeans desbotada e meu ALL-STAR velho e surrado.

O dia foi um dos mais estressantes. Fui anunciada de que levei bomba em matemática e geometria. Quando cheguei em casa tinha um embrulho enorme em cima da mesa da cozinha. Minha mãe, como sempre estava no fogão preparando o jantar.

Subi as escadas quase voando com o embrulho debaixo do braço e a mochila em um ombro. Entrei no quarto e bati a porta atrás de mim. Sentei na cama, joguei a mochila no chão e rasguei o embrulho.

Dentro havia um passaporte, uma carta, um vestido e um convite. Primeiro abri o convite, estava curiosa.

Continua...

Ps.: Desculpe pelos convites furrenbens. Mais eu tava morrendo já, de tanto escrever... e eu meio que me distrai assistindo lua nova *-*

Beijos,
Is Angelotti

Conto - Cartas de Inspiração

Oi gente...
Então, antes de começar o conto eu queria só explicar o titulo. O conto é baseado em cartas que Anelise envia ao seu amor: James. Seu único amor verdadeiro. E inspiração porque eu escrevi esse conto inspirado nas músicas, Possibility (Lykke Li) e Speechless (Lady GaGa). Vou colocar só uma palhinha ;D
É que eu escrevi ele num papel porque eu estava com preguiça de ligar o Pc. Então, como eu não aguentei terminar de passar pro Pc sem me retorcer... vou postar um pedaço.


PS.: Estou na casa do Ca... ~:D

Beijos,

Is Angelotti

terça-feira, 6 de julho de 2010

Curtas de Ca e Is - A nossa merda construtiva


Primeiro episódio das nossas curtas. Esperamos fazer outros vídeos!!
É, é. Vocês podem achar esse título meio bizarro, talvez inadequado, menos sutil do que eu esperava. Mais eu mandei o Carlos ir fazer alguma merda construtiva... Está até no meu msn!!
Não acreditam? Então tá.

Então... Nós estavamos lá em casa gravando "Terror em Falcreek", quando, não lembro o por quê, ele começou a ter um ataque de idiotice. Eu olhei pra ele e falei.... Vamos gravar . oaskasoksaoask

Foi o que a gente fez! Merda construtiva.
Olhem:

Beijinhos,
Espero que vocês não tenham se ofendido com o título. :x asoksaoksao
Is Angelotti

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O passado é tão chato - Conto

Oi gente... acho que faz tempo que prometi esse conto para vocês. E também faz tempo que eu terminei. hehehe

O PASSADO É TÃO CHATO!!
Estávamos jantando na mesa da cozinha. O meu humor naquele dia estava péssimo e a minha paciência também não estava maravilhosa.
- Mãe! Você sabe que eu não gosto de peixe! - minha irmã disse quando mamãe colocou um pedaço enorme de peixe em seu prato.
- Mas você tem de comer! Quando eu era pequena eu não reclamava, porque éramos em cinco irmãos e a comida era pouca! Quando tinha peixe era uma festa!
- Ah não! Lá vem você falar do passado de novo! Já passou, ninguém mais quer saber! - eu falei quase gritando.
- Só estou dizendo que vocês têm tudo hoje em dia e... - ela começou a dizer mas eu interrompi.
- Ah mãe! É claro que sua época era um lixo! Não tinha nada para fazer! Devia ser um saco.
- Pois fique sabendo que os dias atuais não são grande coisa. Hoje os filhos não respeitam os pais e há muito mais violência. E a diversão que você chama de Internet é bem perigosa.
- Eu vou para o meu quarto! Perdi o apetite.
Me levantei e subi as escadas. Parei na metade e virei para trás.
- Eu apenas não sei como você sobreviveu.
Dei uma última olhada nos rostos de minha irmã, meu pai e minha mãe. Eles estavam com uma cara de quem não estava entendendo nada daquela minha revolta. Eu nem liguei, continuei subindo a escada.
Entrei no meu quarto e me joguei na cama, logo adormeci.
Acordei e já estava claro. Me assustei com o local onde estava. Não parecia nem um pouco com o meu quarto. Haviam duas beliches e uma cama de casal, todos em um pequeno espaço. Em uma das paredes havia também um guarda-roupa velho.
Eu me levantei com certa dificuldade de acreditar que eu estava realmente acordada. Pisquei os olhos três vezes e eu continuava naquele cenário. Quando olhei para o chão percebi pela primeira vez que eu estava deitada em um colchão. Fiquei com medo de que eu tivesse sido sequestrada, porém, eu não estava presa, acorrentada, amordaçada nem nada.
Saí do quarto e fui parar em um corredor escuro. Fui na ponta dos pés até a metade dela e parei em frente a outra porta. Eu a abri com cuidado, era um banheiro e não havia ninguém. Continuei andando até o final do corredor. Havia uma escada bem estreita, mas tinha corrimão. Desci a escada que dava para uma cozinha. Sentados nela tinham duas meninas, um garoto, uma mulher e um homem, todos tomando café tranquilamente.
- O-onde estou? - perguntei.
- Filha você está tremendo. O que houve? - a mulher falou com uma voz num tom um tanto preocupante.
- Filha? - sim, eu realmente estava sonhando. Aquela mulher não era a minha mãe. - Você deve estar com febre - ela se levantou e colocou a palma da mão em minha testa - Não está quente. Vá se trocar ou vai se atrasar para a escola.
"Bom," - pensei - "deve ser um sonho, daqui a pouco acaba. Enquanto isso eu vou aproveitar o máximo."
Fiz todo o trajeto até o quarto em que eu acordei e abri o guarda-roupa. Procurei alguma coisa que não fosse muito brega.
- Espera aí. Olha essas roupas! Eu estou na época em que minha mãe era jovem! Será que eu?...
Corri para o banheiro e olbhei em um espelho que tinha perto da pia.
- Oh Meu Deus! - eu exclamei.
Ali no espelho estava refletida a imagem de minha mãe, com 16 anos, por aí. Eu estava completamente abobada. Lembrei que era apenas um sonho. Fiquei repetindo para mim mesma: "Logo vai passar, logo vai passar!"
Voltei para o guarda-roupa e peguei uma saia que batia no joelho. Peguei também uma blusa que parecia um séter, mais a manga não chegava um palmo depois do cotovelo.
Depois de lutar tentando prender o cabelo decidi pedir ajuda a minha avó, ou mãe, o que quer que fosse. Na escola ocorreu tudo bem. Mas na saída, em um canto, vi alguns garotos fumando. Não sabia o que era, mas o cheiro era bem forte.
Encontrei minhas tias-irmãs e como ainda não sabia o caminho de volta para casa me juntei à elas. Passamos em frente dos caras e eles nos disseram:
- E aê? Vai um aí?
Eu quase vomitei com o cheiro. Eles começaram a chegar mais perto e foram nos encurralando. Eu enxerguei uma saída ao nosso lado e as puxei, saímos correndo até perder a escola de vista. Sentamos em um banco. Pareciam três doidas de saia ou calça cigarette.
Alguns amigos de minhas tias chegaram e ficamos conversando e divindo duas garrafas de tubaína até o cair da noite.
Aquela semana se passou e nada de eu acordar. Ao passar dos dias eu fui descobrindo que o rock que eu gostava no ano de 2006 havia se originado naquela década de 60. Os Beatles que eu achava tão bregas, mas que nunca havia dado um chance! Como eu estava enganada! As músicas deles eram lindas. Eu e minhas irmãs íamos a festas e shows. As roupas também não eram tão ruins.
Até que um dia estávamos todos sentados na mesa. Eu (ou minha mãe Lucy), Carla(minha tia), Julia (minha outra tia), Rodrigo (o tio mais novo), Henrique (meu tio mais velho), minha avó Maria e meu avô Jorge. Era a noite do aniversário de minha mãe. Eu havia até esquecido de que eu estava sonhando.
- Filha, queremos lhe dar este presente. - meu avô disse enquanto tirava de uma caixinha um colar.
Ele caminhou até onde eu estava sentada e colocou em meu pescoço o colar. Ele se sentou novamente e eu fiquei observando o meu presente. Nele havia escrito em letras muito bonitas o nome de minha mãe: Lucy.
- Obrigada. Nunca vou me esquecer desse presente...
Eu não consegui terminar minha frase. Me dei conta de que estava em meu quarto. Havia acabado de acordar. Me levantei muito triste. Realmente havia sido um sonho.
Naquela semana em meu sonho eu havia percebido que os anos 60 não foram tão ruins. Apenas o modo de vestir e as condições sociais eram muito diferentes. Mas os adolescentes daquela época buscavam a mesma coisa que os adolescentes na minha época, a liberdade. Naquela época predominavam sim as drogas, porém, geralmente nós só enxergamos as coisas ruins. Eles também criaram sua própria moda, seu próprio estilo, seu próprio ideal. Finalmente aprendi a apreciar devidamente aquela tempo.
Quando me levantei e comecei a me arrumar para a escola olhei para o espelho e qual não foi minha surpresa, o colar de minha mãe ainda estava em meu pescoço.
- Mãe! Vem ver o que eu achei! - eu gritei e logo minha mãe apareceu na porta.
Eu lhe entreguei o colar e ela falou emocionada:
- Filha onde você o achou? Eu havia perdido esse colar faz 10 anos! Ele é muito especial pra mim. - saíam lágrimas de seus olhos.
Em vez de responder, eu me desculpei por ter dito aquelas coisas para ela na noite passada. Até porque ela não acreditaria em mim.
Nós nos abraçamos e o naquela hora eu tive certeza de que levaria tudo o que aprendi durante toda a minha vida.

Is Angelotti

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A dúvida

Lembram daquela "coletânea" de sentimentos que eu estava fazendo? Eu havia falado um pouco sobre o amor. E hoje chegou o dia da dúvida. hehehe\

Leiam , acho que irão gostar. E não deixem de comentar, avaliar e seguir nosso blog.

A dúvida

Será que ele me quer? Ela me odeia? O que será que pensam de mim? Se eu fizer isto, o que pode me acontecer?

Essas e outras tantas perguntas são feitas por milhões de pessoas , todos os dias, todos os segundos e minutos, todos os milésimos e todos os centésimos. /chega

Agora mesmo eu estou me perguntando , será que eu posso pegar mais um chocolate? E a resposta? Bem eu ainda não sei. Hm… Eu ando exagerando muito essa semana , será que devo? Será que não?

Todos temos dúvidas. Sobre quem somos, sobre quem vamos ser. Sobre o que fazemos, sobre o que iremos fazer. Se amamos, deixamos de amar.

Isso tudo é normal. Natural. Todos podemos ficar em dúvida algum dia e decidir a coisa errada, porém, no dia seguinte ficamos em dúvida de novo e acertamos. Com todo esse blá, blá, blá eu quero dizer: Se está em dúvida pense bem em algumas coisas… Coisas primordiais: “Você quer mesmo fazer o que está pensando?” ou “Eu ligo mesmo para isso?”

Por exemplo, eu pensei: “Você quer um chocolate mesmo?” e meu sub consciente diz: “Sim!” Então eu entrei de cabeça! Fui lá e peguei um chocolate.

Outro exemplo. Há rumores de que aquela menina chat e fofoquera está espalhando coisas sobre você e aí fica com a dúvida: Será que é verdade? Então façamos a seguinte pergunta: “ Eu realmente ligo para o que as pessoas estão dizendo?” Se pensar que sim então converse com a menina , pergunte se é verdade. Se você pensar que não então fique na sua e esqueça o assunto o mais rápido possível. Vai encher sua cabeça com coisas interessantes. Como tricotar. (Eu ando dizendo isso muito pro Ca. Ele diz que está ficando viciado em Sim City :}).

Como é certo que um pássaro que tem asas perfeitas pode voar, todas as perguntas e dúvidas tem uma resposta, é só saber procurar no ponto certo.

Beijos,

Is Angelotti

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sorteio superbacana - Alê

Gente, como todo mundo já notou eu AMO o blog da Alê Carnevalli. Ela é simplesmente demais!
E eu tô aqui para divulgar um sorteio que ela está fazendo (essa é para as meninas *-*) ! Foi mal gente, mas eu não resisti. É muito lindooo!

Ela está sorteando um kit da KOLOSS M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!

Dêem uma olhada na foto:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9xjfNrCQa0osfa0O5KqD5MhjOeyTB2ajS0NfJqdo17H_dyQFP-i6I_yph-_pyCo0OdQgwFD_YkN54xF-USwhr0-lFQgnqZyTlL6aHx1y_We3bWX_FB6Pbv29QIkqEV_o08uDGK2SvpAY/s400/DSC01519_picnik.jpg

* Um primer facial Koloss

* 2 batons (sendo que um é o Frozen maravilhososuperlindofrozen)

* 1 gloss labial

* 1 blush tudodebom

* 1 sombra unitária

* 1 duo de sombra (tô xonada por esse duo *---*)

* 1 lápis prata

Então vamos lá participar genteee.

E lá nas regrinhas, pode ter várias inscrições se você divulgar. Claro que eu quero divulgar para ter mais uma inscrição né? Mas eu quero principalmente ajudar a Alê que é super gente fina.

Beijinhoos.

sábado, 19 de junho de 2010

Novo Conto - Mãe, pra que te quero! - Parte 1

Gente, primeiramente eu queria pedir desculpas por ter que dividir o conto em duas partes. Eu sei que vocês não devem gostar muito disso, mas o conto ficou realmente um pouco extenso para colocar apenas em uma parte ... e outra que eu adoro fazer um suspense ~:D

Mãe, pra que te quero!

Era uma tarde chuvosa de Junho e eu estava trancado em casa sem saber o que fazer. O dia estava realmente um tédio e eu não queria acabar como a minha avó, mofando em uma poltrona velha e lendo um livro velho que ela já sabia de cor.
Desde que meu avô morrera minha "vó" passava tardes e tardes apenas lendo e relendo. Às vezes ela variava. Lia, balançava um pouco em sua cadeira e depois lia novamente. Este lenga lenga já estava me deixando cansado.
Tenho que olhar o lado de tudo também. Ela teve uma vida sofrida e cuidou de cinco filhos com muito sacrificio. César era o mais velho, Julian era o mediano, Katerine era filha adotiva e ninguém sabe ao certo a idade dela. Minha avó a achou em um beco escuro grando trabalhava nas ruas limpando a cidade. Deyse é, ou era, a minha mãe, ela morreu quando eu tinha apenas 4 anos. E finalmente Júlio, que era o mais novo.
Minha mãe morreu de anemia, uma doença terrivel. Tem cura, porém, em minha mãe foi fatal. Ela me teve muito cedo, com apenas 19 anos de idade e por isso sempre passávamos dificuldades. Minha mãe sempre me passava um sentimento de força pelo que eu me lembro. Minha avó contou que quando ela soube que estava grávida quis arcar com os gastos sozinha e por isso se mudou, foi morar em um apartamento que Rodrigo, meu avô, havia ajudado a comprar. Com 20 anos minha mãe começou a trabalhar em um mercado, ganhando uma miséria de 200 reais por mês.
O mercado acabou fechando pela falta de higiene, falta de segurança oferecida aos funcionários no trabalho e o salário não atendia aos requisitos da lei. Se eu não estou enganado o salário mínimo na época eram de mais ou menos 300 e alguns reais.
Sem emprego minha mãe teve que economizar até conseguir outro serviço, meu avô a ajudava com um pouco de dinheiro por mês. Ela trabalhou de passadeira, de diarista, de telefonista e parecia que a sorte não estava do lado dela, sempre aconteciam imprevistos. Como o imprevisto de meu avô morrer. Adeus dinheiro extra, adeus alegria, olá depressão.
Quando eu completei três anos minha mãe adoeceu. Sem dinheiro ela deixava de comer para dar para mim. Não se alimentava direito e já sofria de bronquite. Tudo isso virou uma bola de neve e um ano após, internada e muito frágil, ela faleceu.
Agora, voltando ao presente.
Me sentei em frente a um quadro de pernas cruzadas e cara tristonha. O quadro era o retrato de minha mãe por volta de seus quinze anos. Adorava sentar ali e devagar. E eu estava fazendo isso há muitos dias pois aqui em minha cidade não parava de chover fazia uma semana e meia.
Ouço a empregada chamar para o jantar. Só então percebi que eu estava com fome...
Esperamos, esperamos e esperamos minha avó aparecer na cozinha. Como ela estava demorando muito resolvi verficar.
Foi a cena mais horrível que eu vi em toda a minha vida. Minha avó estava de olhos arregalados olhando para o nada. Pensei que ela estivesse tendo mais uma daquelas crises de insônia. Ela ficava meio assim, era assustador. Cheguei perto dela e cutuquei uma, duas, três vezes e nada. Fiquei com medo, corri e chamei a empregada que ligou para a emergência.
Talvez teria sido obra do destino, ou Deus agindo em minha vida, quem sabe. Mas eu sei que coincidência não foi.
Após os bombeiros chegarem, examinaram a minha avó e a levaram para o hospital com máxima urgência. Maria, a empregada ligou para o meu tio e mandou ele vir me buscar para ele ir ao hospital também.
Saímos correndo pela estrada molhada e confesso que eu fiquei com um pouco de medo. Juro que imaginei a gente derrapando umas duas ou três vezes.
Chegando lá perguntamos pela minha vó e nos indicaram a sala 7. Esperamos um pouco na Sala de Espera até eles nos liberarem. Depois de 1 hora de espera recebemos autorização. Andamos até a sala de número 7. Imaginei o pior e o pior ainda. O que poderia ter acontecido com a minha avó?

beijinhos e desculpa outra vez!!

Is Angelotti

domingo, 23 de maio de 2010

Notícias super-quentes!!!

Noticias super-quentes!!!
Vim aqui hoje para mostrar para vocês como eu me preparo para a copa.

Eu não tenho camiseta da seleção nem nada. Mas o que eu fiz? Eu tinha uma camiseta escrito Brasil em letras verdes. Peguei ela , joguei uma jaqueta verde por cima e pintei minhas unhas de amarelo - sol da Colorama e por cima fiz como uma francesinha bem grossa com o esmalte Menta Da Risqué da coleção Arábica. Vejam só:


O que eu quero mostrar: Que vocês não precisam comprar o esmalte que está na moda... (me refiro a aqueles esmaltes coleção da Copa da Risqué ou da Impala. Eles são bem legais, mais não são tão necessários assim) Pegue aquele amarelo esquecido ou aquele verde cocô de neném que você odeia, combine os dois e pronto! Taí o seu look da copa! Se quiser pode trocar o verde por azul. E também as roupas: eu usei um pouco de criatividade apenas e não gastei nem um centavo a mais por isso.

Espero que vocês tenham gostado meeeesmo.

Beijinhos
Is Angelotti