sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Notícia - EM BREVE
Em uma Noite de Verão 2 - EM BREVE ~~
Resolvi começar Em uma Noite de Verão 2 , a continuação de Em uma Noite de Verão, que se encontra um pouco mais abaixo ;}
Previsto para: 25/01
Espero que curtam a continuação do conto!
Bjiin ...
Emilly John - Parte 3 : O Final
Pouco a pouco fui recuperando a coragem e perguntei sem me virar:
- Eu pensei que você estava preso.
Procurei não esboçar nenhum sentimento de raiva ou medo. Tentei ser seca e direta, como aqueles detetives da Tv.
- É, mas a segurança dessa cidade não é lá boa coisa. Consegui escapar rapidinho. É incrível como os seguranças dormem em serviço - falou o assassino.
- O que você queria com aquelas mulheres e o dentista?
- Filhinha, filhinha, você é tão ingênua. Estou vendo que vou ter que contar a história inteira. Pelo menos vou ter um divertimento, te ver agonizar antes de te matar - nessa hora eu tive um arrepio pelo corpo inteiro, então esse seria o meu destino? - Quando você nasceu, sua mãe veio me pedir socorro, ela teve que inventar um mentira absurda para John acreditar que você era filha dele.
Ele soltou um pigarro então continuou:
- Mas aquela mentira não foi o suficiente. Ele veio conversar comigo, para ver se era verdade mesmo, você sabe né? Gente idiota. Começamos uma discussão muito interessante, uma hora eu perdi a paciência, não sou feito de ferro - ele agarrou meu braço e eu gritei.
Ele apertou ainda mais meu braço.
- Ei, ei mocinha. Você pode ter sua chance de sair viva daqui, mas apenas se ficar quietinha e escutar minha história.
Ele me "arremessou" em direção às camas e pela primeira vez vi seu rosto. Seus cabelos eram grisalhos e haviam muitos pés-de-galinha em torno de seus olhos. Seu rosto era mais parecido a de um senhor de média idade, em torno dos seus cinquenta anos, não a de um criminoso psicopata.
- Você não é meu pai - disse entre lágrimas e soluços.
- Espere. Vamos deixar os votos de carinho para o final. Talvez você esteja se perguntando: "Carlos, por que você sequestrou todas aquelas pessoas?". Simples. Eu queria saber o seu paradeiro. A sua mãe, ao saber o que eu tinha feito fugiu para essa minúscula cidade do interior. O Augusto, era dentista do seu pai, ele logo abriu o bico quando eu envolvi a filha dele. EU o trouxe pra cá por precaução. Mas ainda não sabia em que parte da cidade você estava. Sequestrei a sua professora, e a pediatra, bom, a pediatra estava junto quando a sequestrei!
- Mas isso acaba aqui Adamastor - olhei para o lado e minha mãe estava apontando uma arma para MEU PAI.
- Mãe?
- É esqueci desse detalhe. Sua mãe sabia de tudo isso e só tentou impedir quando soube que envolvia você.
- Não é verdade - minha mãe disse.
- Cala a boca, cala a boca! - ele avançou em minha mãe e começou a bater nela.
Com o susto e com o medo ela deixou cair a arma no chão. Eu pensei e agi rápido, peguei a arma. Naquele momentou minha precisão não poderia falhar. Atirei.
~~
Eu estava embrulhada em um cobertor, tremendo de remorso. Eu havia matado um homem. Eu havia tirado uma vida. Eu havia matado o meu PAI.
- Querida muito obrigada. Se fosse outra pessoa, não teria piedade de mim.
- Dona Carmen, você é minha mãe. Não tem como eu ter raiva de você. É pra isso que as filhas servem, não é? Tentar trazer alguma alegria, proteger, cuidar de sua mãe. Retribuir o que ela fez pela gente, quando éramos pequenos.
Abraçadas ali, no relento, rodeadas pela polícia e ambulância ficamos chorando, dizendo o quanto nos amávamos.
Apesar de achar errado o que minha mãe fez, eu tive a capacidade de perdoá-la. Pensei que nunca ia acontecer, mas com o passar do tempo esqueci, e vivi minha vida como se eu fosse uma garota normal. Na verdade eu era a filha do assassino, mas o que realmente importa é que não sou como meu pai. Sou um exemplo. Uma vitoriosa.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Emilly John - Parte 2 : Em busca da razão
Quase caí para trás com aquela notícia. Minha querida Dona Carmen ficou entre choros e soluços, arranjou forças para continuar e depois de um grande suspiro falou:
- Quando eu era casada com John, tive um caso com o...
- Com quem mãe?! Para de enrolar. Seja firme e fala logo, sua fraca! - eu já estava estressada.
- Com o Adamastor! Pronto falei! Você é filha dele e não do John! Eu não queria que você soubesse. Foi um erro meu...
Não deixei ela terminar o seu discurso muito "emocionante" de como minha vida foi uma farsa e de como ela era culpada por eu ser filha de um criminoso.
Fui para o meu quarto e tranquei a porta. Chorei muito, enchi o travesseiro de lágrimas de dor e ódio. Depois de ensopar o travesseiro eu decidi que eu iria fugir de casa. Esssa noite.
Peguei minha bolsa e coloquei meu celular, uma camiseta limpa e uma escova de dente, só por precaução. Peguei também minha carteira com 50 reais, minhas economias. Coloquei minha jaqueta mais quente, pois lá fora estava muito frio.
Pulei a janela e dei o último adeus em silêncio. Agora eu tinha que decidir onde eu iria.
Comecei a andar sem rumo pelas desertas ruas de St. L'avigne. Passei pelo mercado, pela quitanda, pela praça e qual não foi minha surpresa, cheguei no posto de gasolina, onde era o escoderijo do meu pai psicopata.
Já estava escurecendo. Eu havia chorado a tarde inteira. Resolvi entrar.
É difícil dizer isso, mas, como era arrumado o esconderijo, claro, o banheiro não era muito limpo e as paredes do quarto não eram rebocadas e o chão era cimento puro. Porém, haviam quatro camas, uma para cada, uma para cada prisioneiro, imagino. Havia também no canto oposto uma geladeira. Eu a abri. Dentro havia queijo, duas bananas, meio pacote de pão de forma e uma jarra de água. Tudo parecia estar em sua validade.
Eu estava com muita sede, peguei a jarra e procurei algum recipiente que eu pudesse tomar. Achei uma vasilha. Enchi uma vez e joguei no chão, só para limpar. Enchi de novo e coloquei a jarra na geladeira.
- Fazendo o que aqui, a essa hora da noite?
CONTINUA...
O Mistério de Emilly John - Parte 1 : Em meu quarto
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Eu sou Emilly. Emilly Parks John. Moro em Santa L'avigne faz um bom tempo. St L'avigne é uma cidade do interior quase esquecida pelo planeta. Talvez nem conste no mapa. Pelo menos, no meu velho e surrado Atlas não avistei nenhum sinal, mas é tão velho que suas informações são meio duvidosas.
Há um certo acontecimento que vem me importunando faz algum tempo. Vários sequestros vêem acontecendo. Três em apenas quatro semanas. E o pior, sem deixar rastro nenhum.
Um exemplo foi a minha professora, ela sumiu há alguns dias, o que me deixa com um enorme tempo livre. Estou entediada agora, sem lições de casa, sem deveres, eu devia estar feliz com isso, mas por que não consigo?
- Filha, vem me ajudar a servir o jantar! - ouvi minha mãe dizer, como sempre, pontualmente às 19 horas.
Levantei-me devagar e me dirigi à cozinha.
Coloquei a mesa e eu e minha mãe sentamos para comer. Comi um pedaço de frango e um milho cozido inteiro.
Bati o olho no jornal que estava ao meu lado e li a manchete: "Louco sequestra pessoas em Santa L'avigne".
- Este jornal é de hoje mãe? - perguntei tentando não parecer muito interessada.
- É sim, filha, se quiser pode pegar, eu já terminei de ler.
Abri na página indicada pela manchete e li rapidamente alguns parágrafos.
" Nesta última terça-feira foi encontrado o esconderijo de Adamastor Carlos próximo ao posto de gasolina em St L'avigne. Foram encontrados Jaime Lohan, pediatra, Kelly Clark, professora e Augusto Gonçalvez, dentista em um pequeno quarto em condições muito precárias [...]"
"[...]Não se sabe ainda o motivo do sequestro, mas Adamastor será investigado amanhã, quinta-feira."
"Acredita-se ainda que Adamastor pode ter sido o autor do assassinato de"...
Não acreditei no que estava lendo, realmente eu não acreditei. O meu pai, Thompson John. Ele!
Minha mãe havia dito que ele sofreu um acidente de carro! Meu Deus. Ele não sofreu um acidente de carro. Ele foi assassinado por Adamastor Carlos, um louco, psicopata!
Acordei cedo, o café estava na mesa. Me sentia muito cansada, a ponto de arranjar um escândalo a qualquer momento. Eu tive um pesadelo, mas não me lembro de nada, só sei que eu não consegui descansar nem um pouco.
- Mãe, a gente precisa conversar.
- So-sobre o que? - ela disse meio nervosa, o que fez eu desconfiar mais ainda que ela escondia algo de mim.
Eu pedi pra ela sentar, peguei a reportagem ao qual o nome do meu pai estava escrito e mostrei à minha mãe. Ela ficou paralisada por um tempo e depois começou a chorar.
- Pensei que eu havia escondido essa matéria. Mas, - ela suspirou - vejo que chegou a hora de contar...
Ela não continuou a frase.
- Contar o que? - perguntei já irritada.
Ela hesitou - Thompson Jones... Não é seu pai.
CONTINUA...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Notícia


Confesso que não som bom com fotos. Posto outro conto amanhã, espero que gostem (:
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Amando que se vive
Como? Como tanta perfeição? Era o que eu pensava todas as vezes que via sua foto, quando pensava em seu rosto, e como se toda a perfeição do estivesse em uma pessoa so. Na escola nem dava nem nunca deu bola para mim, como se eu fosse ninguem. Meu nome e June e estava no ultimo ano do colegio, e eu gostava de Emile, o cara mais gato de toda a escola, e todas as meninas babavam por ele. Certo dia quase que por milagre ele começou a fazer fisica comigo e o professor nos colocou juntos, nessa hora eu pensei que so teria essa chance de falar com ele sem parecer uma tola. Timidamente eu o cumprimentei, sem olhar para mim ele fez o mesmo. Como ele pode ser tao seco e nos moramos no mesmo predio, eu tenho varias fotos dele que obviamente eu tirei escondida. Depois da aula seguindo para o almoço eu trombei com ele no corredor. -Voce esta bem? -Acho que sim, obrigada. –June, não é? Sei que e meio estranho, mas, voce poderia ir la em casa qualquer dia desses para me ajudar com biologia?. Não acreditava no que eu acabara de ouvir, eu estava totalmente radiante, e aceitei na mesma hora e lhe disse que eu estava livre e que poderia ir hoje, ele topou. Estava tão feliz, eu não podia acreditar que eu iria a casa do meu príncipe encantado, aquilo não era real, ele era perfeito e lindo demais. Mais tarde, na hora marcada eu estava indo para a casa dele com meu material de biologia. Ele morava apenas com a mãe, o pai havia ido embora com uma mulher que mal conhecia, e a mãe havia entrado em depressão após isso. Bati duas vezes na porta, mas ela estava aberta, então eu entrei. Assim que chego à sala da casa, vejo a mãe dele, no sofá dormindo completamente bêbada, o que me pareceu, pelas inúmeras garrafas que havia lá, a casa estava um lixo. Chamo por Emile, mas ele não responde. Penso se ele realmente está em casa, vou até o quarto dele e sinto um cheiro forte de alguma coisa, que até me deixou tonta, e avistei-o sentado no canto do quarto, eu fiquei horrorizada com aquela cena, o meu menino perfeito naquela situação revoltante e triste, eu não conseguia acreditar. –Emile, o que está acontecendo com você? –June? Não queria que você visse... Desse jeito... Por favor, vá. –Não, eu não vou a lugar algum, você está péssimo, você precisa de um médico. –Estou bem, eu só estou um pouco drogado. –Drogado? Você usa drogas? –Sim, desde que meu pai foi embora. Senti uma tristeza muito grande me apertando no peito, não queria ver a pessoas que mais amava naquelas condições, eu o queria bem, e livre de drogas, enquanto pensava por um momento percebi que ele havia dormido, e decidi ajudá-lo de alguma forma, começando por aquela casa que estava realmente pavorosa. Comecei a fazer uma bela faxina naquela casa, me livrando tudo que era droga que encontrava e garrafas de bebida, varri e tirei pó até a casa ficar apresentável, a cozinha foi a parte mais difícil de limpar, tinha coisas lá que deviam estar lá há meses. Depois, arrumei os armários, gavetas e outras coisas. Quando ele acordou, eu estava sentada na cama dele, olhando para ele. –Mas, o que você fez aqui? –Eu só dei uma arrumada, e limpei um pouco. –June, isso é incrível. Você é incrível. O que eu poderia fazer para recompensá-la. Olhei timidamente para ele e lhe disse que o amava demais, o amava desde que havia o conhecido no primeiro ano do colégio. –Bom, acho que você vai gostar disso então. Ele se levantou e me beijou, o beijo mais maravilhoso de toda a minha vida, um beijo que nunca iria esquecer um beijo que não poderia esquecer. Depois de nos beijarmos sentei em sua cama e comecei a chorar. –Porque você está chorando June? Eu beijo tão mal assim? –Não, eu estou emocionada, eu sempre sonhe com isso. –Olha June, se isso a deixa tão feliz... Quer namorar comigo? –Como? –Namorar. Eu. Você. Meus olhos se encheram de lágrimas novamente e eu soltei um sonoro aceito. –Emile, eu prometo de irei fazer da sua vida e de sua mãe a melhor, vocês não precisam do canalha do seu pai para ser felizes, só precisam de afeto, e estou aqui para isso. –June, ninguém nunca me deu tanto apoio assim, estou começando a amar você como nunca amei antes. –Fico feliz por isso. Ficamos um tempo juntos conversando, até que minha mãe me liga e pede para que eu volte, já estava quase na hora do jantar. Despedi-me e fui embora, mais tarde recebo uma ligação de Emile, ele disse que sua mãe precisava ir ao hospital, porque ela não achava sua bebida e estava enlouquecendo, falei que estava a caminho. No caminho até o apartamento dele, liguei para a emergência. Quando cheguei lá, a mãe dele estava com uma faca na mão e disse que iria se matar, ela precisava da bebida dela. –Mãe, por favor, não faça isso por mim. Eu só tenho você. Ela começa a chorar desesperada mente enquanto leva a faca até o pescoço. –Mas sem a bebida eu não sou nada, sem o seu pai eu não sou nada. –Senhora Flores, escute não faça isso, você tem a vida toda pela frente, você pode ser feliz junto com seu filho. –Eu não agüento mais isso. Emile avançou contra ela para tirar a faca dela. –Não Emile, não faça isso. Mas já era tarde demais, ela já tinha se matado, e caíra no chão, provavelmente morta. –Viu, é tudo culpa sua você tirou a bebida dela, você matou minha mãe, eu te odeio. –Emile, eu só queria o bem de vocês. –June, vá embora, me deixe sozinho. Comecei a chorar e fui embora, havia começado a chover e eu vi a ambulância chegando, mas não parei e fui para meu apartamento. Cheguei me tranquei no quarto e chorei, e acabei dormindo. No dia seguinte eu fui para a escola e ele não estava lá, eu precisava falar com ele, durante uma semana ele não apareceu, não ligou e também não estava em seu apartamento. No meio da noite depois de oito dias do ocorrido, ele me mandou uma mensagem, e disse para que eu fosse ao apartamento dele, ele estaria lá e que precisava falar comigo. Troquei-me com a primeira roupa que encontrei e sai devagar do quarto. Quando saí, corri para o elevador para chegar ao bloco dele. Quando cheguei lá, ele estava diferente, senti que ele estava com uma feição triste, mas pensativa. –June, eu sinto muito de ter falado essas coisas horríveis para você, você não teve culpa eu estava em choque no momento, e você só queria ajudar-nos, você não queria que isso tudo acontecesse, eu sempre vou te amar. –Oh Emile, tudo bem, eu te entendo, nós nunca, nunca vamos nos separar. Eu era tão obcecada por uma pessoa que amava, que tudo acabou dando certo, e estou até hoje com o meu Emile, meu amor eterno.
Conto Supresa: Noite Perturbada
Bom, esse é o conto que eu disse que postaria, ela me pediu que eu não colocasse o nome dela, então o fiz. Espero que gostem, ela tem talento (:
PS: O conto não é meu nem da Isa, é dessa minha amiga.
Já preparada pra dormir, Katie pega seu livro de suspense (seu tema favorito), senta-se em sua cama e começa a ler o desfecho da história. Como teve um dia muito agitado, acaba adormecendo sem acabar de ler o epilogo. As duas da madrugada ela é acordada ao som de um relógio de pêndulo. O mais estranho é que em sua casa não havia nenhum relógio assim. Katie levanta e percebe que sua casa esta muito estranha, ou melhor, que ela não esta na sua casa, pois a porta do seu quarto dava direta a um corredor longo e escuro. Mesmo com medo e lembrando-se das coisas horríveis que aconteciam com as personagens de seu livro ela decidiu sair do quarto. O carpete de madeira fazia rangidos tenebrosos, calafrios subiam pela sua nuca, e a sensação de ouvir passos atrás dos seus e uma respiração lenta a fez congelar. A dúvida era grande: olhar para trás ou continuar andando? Ela decidiu continuar e abrir a porta que estava do seu lado direito. Ao pegar na maçaneta e empurrar um pouco, algo a puxou, impedindo- a de faze aquilo. Rapidamente ela se vira e vê somente a sombra de um homem que a faz gritar e sair correndo. Mais ela cai numa escada que para ela havia aparecido do nada. Depois da queda ela percebe que foi parar em outro cômodo da estranha casa, o qual lembrava muito a sala de jantar do seu livro de suspense. Escuridão quase que geral, a não ser pela pouca luz que entrava pelas frestas das velhas janelas. Móveis antigos e com o som de algo roendo dava para perceber que havia ratos no lugar. Um quadro era iluminado pela luz que saia da janela, e ao vê–lo Katie se assusta mais ainda com a figura de uma mulher com cabelos negros, roupas pretas, unhas compridas e pele muito branca, que era idêntica a personagem principal de seu livro. Atrás da mulher havia a sombra de um homem, igual ao que Katie havia visto no corredor. Então ela sente algo arranhar seu rosto, era como se fosse unhas grandes e afiadas. Ela se vira e vê a mulher do quadro em sua frente com a feição mais horrorosa do mundo, e então de uma só vez a tal mulher tenta asfixiá-la, que cai no chão. Ao abrir os olhos Katie vê uma forte luz branca, e seu irmão mais velho a perguntando se estava tudo bem. Ela sente um alivio em ver que esta com ele, e pergunta meio confusa.
- O que? Onde eu estou? Nossa tive um terrível pesadelo de estar sendo asfixiada por uma mulher que era igual à personagem do meu livro...
Então seu irmão pega sua mão e responde:
- Katie, não foi um sonho, você realmente foi asfixiada por uma mulher.
Ela arregala os olhos de pavor ou ouvir isso.
-Você foi vitima de um seqüestro, e foi parar naquele lugar horroroso, e asfixiada por uma moça que fazia parte do seqüestro. Nesse instante a policia chegou e te trouxeram para cá. Depois da explicação ela sente um grande alivio mais ainda sim se sente perturbada com o jeito da seqüestradora se parecer tanto com a mulher do quadro e de seu livro.
Surpresinha (:
Em uma noite de Verão
- Sr. Jonny? O prefeito está a sua espera.
- Mande entrar. - disse o ilustre detetive, sempre com ar e voz de mistério.
Depois de cinco minutos um homem alto, elegante e idoso entra em sua sala. Jonny levanta e cumprimenta com um aperto de mãos o prefeito da pequena e pacata cidade. Eventualmente aturdida por uma série de assassinatos.
- Boa tarde Sr. John Hollow.
- Boa tarde prefeito, como esta o senhor esta tarde?
- Você sabe muito bem - disse Thomas, com ar de impaciencia - que não vou ficar feliz enquanto minha filha não estiver a salvo em casa...
- Calma Thomas, nunca o vi tão irritado! Estou trabalhando e vou descobrir o que aconteceu. Mas saiba que pode demorar meses, anos. Não é fácil.
- Sei disso caro John...
Thomas se retirou da sala com passoa firmes e olhar triste.
Aquela cena foi a gota d'água, ou Jonny achava o infeliz ou seu nome não seria mais uma honra de ser dito e adorado. Pegou papel e caneta e saiu atrás deum anúncio de jornal que ele havia circulado com o marca texto.
Chegou a uma bela entrada, uma grande casa para vender. Seu jardim tinha belas margaridas, sua entrada era uma porta gigante, como algumas antigas de castelos medievais, imagino. Jonny se aproximou da bela entrada e bateu na elegante porta.
- Sim? - saiu da casa um homem tão elegente quanto Jonny, devia ser o empregado.
- Estou procurando Madame Nora.
- Ela estava a sua espera Sr Jones.
- Desculpe, é Jonny, você deve ter me confundido com outra pessoa.
- Certamente - disse um pouco atrapalhado o empregado, o que chamou a atenção do detetive.
O homem levou Jonny por um corredor imenso, pelo que via, não teria fim, pelo menos não um fim tão próximo.
- Sr Jonny. Que ventos o trazem aqui?
- Venho fazer algumas perguntas - ele vê o empregado sair discretamente - sobre o desaparecimento da filha do prefeito.
- Sinto muito mas não posso lhe ajudar.
- Você pensa que não pode me ajudar. Mas a senhora possui informações valiosas, que podem contribuir e muito. A começar, você é a mãe da menina? Fale a verdade.
Nora parece refletir um pouco a respeito, prende a respiração e o detetive vendo que ela não responderia continuou com a próxima pergunta.
- No dia do desaparecimento de Jacqueline, o que a senhora fez?
- Pela manhã eu fui ao mercado da vila e a vi brincando com algumas meninas, à tarde fiquei em casa lendo e a noite jantei no September's Week e fui direto para casa.
- Com quem você foi jantar no September's Week?
- Com Gregory, meu empregado.
- Você percebeu algum comportamento estranho nele este dia?
- Sim, percebi. Ele estava meio nervoso. Perguntei o que havia acontecido e ele me disse que a mãe dele havia morrido. Acreditei, ele já não é muito novo, a mãe dele é centenário e sofre de mal de alzheimer.
- Agora essa pergunta é crucial, o ... Gregory, esteve em sua casa por volta das 10 da manhã?
- Não, ele disse que havia ido visitar a mãe ... morta? - ela ficou pensativa por dois minutos.
- Obrigada é tudo que preciso.
Jonny pegou suas coisas rapidamente e saiu correndo ouvindo Nora chamar.
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Dor aguda, uma dor de um ódio mortal. Morte ... Como o corpo estirado no chão. Como não havia pensado antes? Era aqui o ponto de encontro do mal. Querem saber como vim parar aqui? É. Terça à noite eu estava andando com meu pai perto do September's Week, meu pai foi me comprar um sorvete e eu fiquei sentada no banco da praça. Senti um golpe muito forte nas costas e acordei aqui.
Esse cheiro podre de morto, reconheço muitas pessoas por aqui. Sarah Jones, Sr. Porter, Catie Sintz, Roberta Castro, Tellmson Jones todos são moradores de Chellstone Ville, ao qual meu pai é prefeito. Nem acredito. Estou no esconderijo do Don Van Launmer.
Que barulho foi esse? Ai meu Deus! Vi um vulto.
- Jonny?!
- Psiu! Fique calada. Vim te salvar.
- Como você soube que eu estava aqui? E aliás,que lugar é ESSE?
- É o porão do September's Week.
- Ah! Eu devia saber. Mas você não respondeu a outra pergunta.
- Ai - ele estava um pouco impaciente - fui à casa da Madame Nora e o empregado, Gregory estava um pouco estranho. Relacionei a Madame Nora com você porque sabe, ela é sua mãe. Não sei, pode ser besteira, mas me pareceu intuição. Logo desconfiei do Gregory, ele me chamou de Jones quando entrei na casa, e uma das vítimas foi também Tellmson Jones. Provavelmente ele havia recebido esses concidados na casa de Nora. E provavelmente confundiu o meu nome. Perguntei à Nora onde ela havia ido durante o dia do seu desaparecimento, pensei, onde Nora está Gregory está junto. Ela me disse que havia ido ao mercado e te visto, mas ele não poderia ter feito isso pela manhã, pois eu te vi à tarde, Lembra? - eu assenti com a cabeça- Pois, então... Madame Nora me disse que veio com ele ao September's Week, o que seria uma opção, porque é perto da casa dela. Seria mais fácil trazer os corpos até aqui. Mas pelo que vejo, ele não te matou. Por que?
- Talvez porque eu seja filha da Madame Nora... Ele talvez esteja fazendo chantagem à ela.
- Sim, ele matou a todos os conhecidos de Nora. E agora você...
Ouvimos um barulho e corremos mais que as nossas pernas podiam correr, corremos até a prefeitura. A nossa surpresa quando chegamos, um carro de polícia parado em frente à minha casa.
- O que aconteceu? - perguntei a um policial próximo.
- Escute... - ele começou sem jeito - O Van Don Launmer, ele, matou seu pai.
Entrei em casa correndo, mal deixando o policial terminar a frase e vi o corpo de meu pai estirado no chão.
Corri para a cozinha sem ligar para a cena. Peguei uma faca e pensei em tudo que me aconteceu nesses dias.
- Você mal sabe o que te espera Gregory.