sexta-feira, 23 de abril de 2010

Crochê

Dias ruins. Todo mundo tem. Pode ser o amor não correspondido, ou uma pequena discussão com seus pais, ou até mesmo a morte de um ente querido.
Você pode pensar em querer não continuar a vida, desistir de seus ideais, ou apenas esperar que um milagre caia do céu, como uma pena de andorinha a voar.
Mas o que você realmente deve querer, é levantar a cabeça e seguir em frente, por mais difícil que seja, pois sempre haverá uma esperança. E esse é o milagre que esperamos.
O baque pode ter sido grande, você pode tirar um dia, dois, para ficar triste, mas não mais do que isso. A tristeza não deve ter lugar na nossa vida, ao contrário da certeza de que um novo dia irá começar.
Enxugue suas lágrimas, arregace a manga, e diga a si mesmo: "Eu vou ficar bem". Esse é o primeiro passo a caminho da felicidade. Esqueça cartas velhas e momentos tristes, porque o que importa é o agora, e quem vc sempre terá ao seu lado, e as lembranças do que foi bom.

Sandra Ferretti

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Fomatura Inesquecível

Acordei com minha amiga chamando-me, ela disse que já tínhamos chegado ao aeroporto. Acordei um pouco zonza com a viagem de ônibus desde nossa cidade até São Paulo para poder pegar nosso vôo para o Canadá. Perguntei a Julie, que horas eram e ela me respondeu que eram exatamente dez e meia. O vôo sairia em meia hora. Enquanto descíamos do ônibus, minha mãe me liga: - Alô? Cyn? Já está no aeroporto? - Minha mãe era do tipo mãe coruja – Sim mãe, acabamos de chegar aqui, nosso vôo sairá em meia hora. – Ok filha, eu e seu pai estaremos na casa de sua avó, quando chegar ao Canadá, ligue. –Ok, eu te amo. Desliguei o celular, e já estávamos quase na entrada do saguão do aeroporto. Nossos guias disseram que teríamos de estar na fila do Vôo especial 667 em 15 minutos para que tudo ocorra normalmente, sem problemas e que enquanto isso, poderíamos comer ou comprar algo. Então eu e Julie fomos para uma “Casa do Pão de Queijo” que havia ali perto. Na fila enquanto escolhíamos o que iríamos comer, Julie me diz uma coisa que me chocou: - Cyn, eu estou muito nervosa, não queria nem sequer vir nessa viajem. – Que horror, por quê? – Porque eu sonhei durante várias noites, que algo não iria dar certo lá no Canadá, não sei. Eram sonhos escuros e sombrios, e eu sentia uma forte agonia, como se toda a felicidade do mundo houvesse sumido e que só existia eu e mais ninguém. – Ai meu amor, não pensa essas coisas, você só está nervosa porque nunca havia viajado tão longe de seus pais dessa forma. – Sei lá, parece tudo tão real, que eu estou começando a ficar com medo, isso está me perturbando profundamente. –Sabe que eu acho? Que você está com medo de andar de avião. Você não via ver ETs lá no céu não. –Ai para de debochar de mim, o que eu disse foi sério ok? Depois dessa conversa, compramos o nosso lanche e comemos, e ficamos falando de como seria legal o Canadá. No horário marcado, fomos para a fila e esperamos para poder embarcar; Eu estava nervosa, com um pouco de medo e muito ansiosa para o que seria a melhor viajem da minha vida. Julie estava inquieta ao meu lado, mandava muitos torpedos e ligou para a mãe dela que tentou acalmá-la com pouco sucesso. Disse a ela para se acalmar, e tomar os remédios dela, porque ela tem problemas de nervosismo e ansiedade. Passando pelo Gateway, seguimos para o avião. Subindo a escada do avião, olhei para trás e percebi que havia muitos alunos para embarcar. Fui até a minha cadeira, e a Julie até a dela que era na mesma coluna, mas na outra janela, ao meu lado sentaram Arthie e Nany. Eles eram muito legais, e éramos amigos desde o primário, e continuamos amigos até o último ano de colégio, eram como Julie, só que eram mais extrovertidos e alegres, então a Nany começou: Ai, Cyn eu estou tão feliz de estar nessa viajem com você, nem acredito que vamos juntas arrasar no Canadá (risos). –Estou ansiosa também, nem imagino como poderá ser. A aeromoça começa a explicar as regras de segurança, e pediu também que colocássemos os celulares em modo vôo ou para que desliguemo-nos porque iríamos decolar naquele instante. Depois da tensão de decolagem em que a maioria ficou muda, voltamos a conversar freneticamente e alegremente, teríamos que aproveitar o máximo, pois seria uma viagem inesquecível para todos, e como. Logo o piloto disse que a partir daquele momento já estávamos em velocidade de cruzeiro. Assim as aeromoças começaram a passar com a comida, como estava satisfeita com o lanche no café, dispensei e andar pelo corredor, percebi que Julie estava mais calma e feliz. Todos estavam conversando na maior algazarra felizes com a viagem, eu também estava, mas comecei a pensar no que Julie disse-me enquanto estávamos no aeroporto, que sentia que estava me perturbando um pouco. Estava muito quieta olhando pela janela, perto do banheiro, quando Nany me chamou, ela queria me mostrar uma revista que ela havia comprado do aeroporto. Enquanto folheávamos a revista, percebi que havia uma agitação na cabine e do aeroporto, e que algumas aeromoças estavam inquietas, e duas delas, inclusive um homem que eu n havia visto antes veio do fundo do avião e entraram na cabine do avião, eles conversavam baixo, mas como minha poltrona era perto da porta, eu ouvia ruídos de conversa. Eu estava paralisada tentando ouvir o que eles diziam, mas com o olhos na revista, até que Nany perguntou-me se eu estava bem, respondi que sim, mas precisava ir ao banheiro. Levantei-me, e Arthie me segurou pelo braço e sussurrando ele disse: -Cyn, você sentiu que as aeromoças estão esquisitas? –Sim, e não só as aeromoças, mas a cabine também, eu ouvia conversa agitada lá. –Será que está acontecendo alguma coisa? –Não sei, mas preciso descobrir. –Cyn, não se meta com essas coisas. –O que eles poderiam fazer? Jogar-me do avião? –Ok, mas pense bem no que faz, se quiser uma ajuda, estarei aqui. Quando seguia para o último banheiro, onde não havia muitas pessoas, uma aeromoça me barrou, e pediu para que eu fosse para a minha poltrona. Eu perguntei para ela o que estava acontecendo de tão secreto entre eles e ela respondeu que havia uma grande massa de fumaça vindo em nossa direção, e que tínhamos perdido o contato com os aeroportos, e estávamos voando sem rumo, mas parecia que estávamos sobrevoando o território das cordilheiras do Andes, e que iria avisar a todos quando fosse à hora, ele ainda estavam tentando saber o que estava acontecendo. Assim, aproveitei e perguntei se era algo sério e ela respondeu que sim e disse para todos terem calma, porque ela iria avisar os procedimentos corretos. Saiu assim, correndo para a cabine. Eu estava perplexa com a situação, e cada vez mais o sonho de Julie estava na minha cabeça, eu estava começando a ficar desesperada, tentei manter a calma, e voltei para a minha poltrona, angustiada, o que poderia acontecer com todos nós? Qual seria o nosso futuro? Nesse instante, sentimos uma forte turbulência, e as aeromoças saíram da cabine, e disseram que iríamos passar por uma forte turbulência, porque começamos a atravessar uma grande massa de fumaça e que tínhamos perdido o contato com os aeroportos e que precisávamos da calma de todos e repetiram o que fazer em casos como esse. Ficamos alguns instantes em turbulência leve, logo ela começou a piorar, e as luzes começaram a piscas, e sentimos que estávamos perdendo altitude, eu estava com muito medo do que iria acontecer. Até que o co-piloto do avião começa a falar desesperado: - Estamos perdendo muita altitude, creio que não vamos conseguir. Todos já desesperados, começam a gritar de chorar. Novamente o co-piloto fala: - Pessoal, vai ser agora, estamos a menos de mil metros do chão, em dois minutos será a colisão com o chão. Quando dizem que quando se está prestes a morrer, sua vida passa como um flash, isso não aconteceu comigo, eu estava com medo demais para pensar, para gritar, para chorar. Então o inevitável aconteceu só me lembro que bati a cabeça em algo, e apaguei. Quando acordei, vira algo que jamais presenciei em minha vida...

Continua...


Ca Menzoni

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Conto , baseado em fatos reais. Em homenagem aos meus amigos

Primeiro dia de aula no Anchieta. Eu não estava muito animada. Cheguei na classe muito sem graça... Parecia que todos estavam me olhando. Não gosto de mudar de escola. Me sinto uma completa esquisita.
A Isabela e a Marina (minhas amigas atuais e melhores da minha vida) foram muito gentis em me convidarem para conversar na hora do intervalo.
Uma semana se passou e eu fui ficando amiga de quase todo mundo. Principalmente da Nicolli. E recentemente do Gustavo também.
Depois que as classes se dividiram (foi uma coisa bem chata que aconteceu o ano passado, o número de alunos era muito grande pra uma classe, então a 7ª foi dividida em A e B) ficaram algumas "panelinhas". As meninas odiavam os meninos e os meninos não suportavam as meninas. A não ser o João Vítor, meu amigo do coração, que sempre esteve do lado das meninas, nos defendendo a qualquer hora. No final do ano, a professora de Ciências deu um sermão por causa dessa tal rivalidade entre os grupos. Com isso nos tornamos amigos também.
Este ano, eu, a Isabela, a Marina, a Nicolli e o João estamos mais juntos e unidos do que nunca, compartilhando nossa amizade e carinho. E mesmo não sendo do meu grupo de amigos, o Gustavo também faz parte daquela listinha de pessoas especiais que eu guardo no coração.
Claro, além de amigos da sala de aula eu conheci outras pessoas especiais, como umas garotas que eu conheci, a Rebeca e a Giovanna. Tem também a Giulia. Minha gata safada do brechó da esquina.
Esta minha estada no Anchieta foi muito importante na minha vida. Eu amadureci e conheci pessoas, que apesar das brigas e intrigas eu nunca irei esquecê-las.

"A Grande Família" no The Sims 3!!

Olá nossos queridos leitores que nos dão fama e fortuna :D {forcei}
Nós {eu e o Ca}, fizemos uma família no The Sims 3!! FICOU SIMPLESMENTEMENTE MÁGICO! {forcei de novo}. Enfim... Fizemos sims com a nossa cara, talvez depois eu consiga postar algum print com eles. E o Ca que fez nossa casinha! Sinceramente, ele faz ótimas casas no The Sims. Ele fez um porão e disse que o quarto dele vai ser lá. Então eu perguntei se o meu quarto poderia ser o grandão no andar de cima. E ele disse : “Engula aquele quarto idiota”. E eu dei o troco . Muwhahahaha: “Pelo menos eu não vou ser um morcego que chupa sangue de velhas damas da alta sociedade”. E a gente começou a rir. Bobão, enquanto vive em um porão velho, escuro, fedorento e empoeirado eu fico de boa na sala de Tv chique e sofisticada! ;D
Depois de muito falar de como seria maravilhoso morar em um porão ele gravou um vídeo muito inútil. "Sim, nóis não temo o que fazê". Detalhe: Ele não sabe falar porão em inglês.



Traduzindo: “Eu preciso falar. Desde quando eu vivia no Pôrhão. Minha vida mudou completamente. Veja, Veja, Veja, por favor. Olhe o Pôrhão. Esse é o quarto. Quarto, filme o quarto. Filme o quarto. O Banhêrho aqui. E isso é, isso é a sala de Tv. E isso é o Hall-há-há-hall. Olhe. Olhe para mim, olhe para mim. Viva no Pôrhão. A sua vida será melhor.
Depois de toda essa apresentação você pensa em viver no porão?
Oskaokokokoaksoaskoakaoaoskaos.

Depois postaremos novas notícias sobre a nossa família e o Pôrhão.

Minha razão de viver

Não é possível, como isso por estar acontecendo? Isso é perturbador demais para qualquer pessoa. Isso é negligência, como os médicos não sabem o que ele tem? Eu não consigo parar de me fazer essa pergunta, isso é um absurdo, já pagamos todos os exames e só dizem que ele parece estar com gripe, desde quando gripe uma pessoa vomitar sangue puro e não consegue nem se mover nem falar, como se fosse um estado de coma só que uma pouco diferente, ele só vomitava, era um horror. Meu nome é Leid e vou contar o que ocorreu com meu eterno filho Zac. Ele sempre fora um menino muito inteligente, atencioso, carinhoso, um filho perfeito para uma família perfeita, éramos totalmente felizes, não havia do que reclamar de nossa vida de classe média, sempre saíamos todos os finais de semana para um passeio em família, num desses passeios fomos acampar e como era feriado ficamos quatro dias acampando numa mata perto de nossa cidade, muitas pessoas iam lá para passar o feriado. Alguns dias antes eu já comecei a preparar as mochilas e a nossa “farmácia de passeio”, nunca saio sem ela. Meu marido começou a preparar as barracas, sacos de dormir para prender no carro. Saímos de manhã cedo para aproveitar o dia com as inúmeras atividades que poderíamos fazer. Enquanto arrumávamos as coisas quando chegamos lá, Zac pediu-me para que fosse dar uma volta na mata, “explorar o território” como ele mesmo disse, nunca o tinha visto tão feliz e empolgado antes. Quando terminei de arrumar todas as coisas, percebi que já havia passado algumas horas e Zac ainda não voltara, instinto de mãe não mente e logo pensei que teria ocorrido alguma coisa, avisei ao meu marido e saí a procura do meu filho perfeito, angelical e doce. Comecei pela trilha que ele tinha apontado que iria caminhar, eu o chamava só que não havia nem sinal dele, comecei a ficar desesperada, e comecei a adentrar na mata e gritar pelo nome dele, eu estava maluca, aquilo não poderia ser acontecendo, aquilo não era real, eu gritava por seu nome, como nunca. De repente eu ouvi um som parecido com uma respiração, fraca, mas sonora. Comecei a seguir aquele som, quando vejo meu filho escondido embaixo de uma pedra, como se fosse uma caverna, que só lhe cabia. Corri até ele e o vi totalmente pálido e com profundas olheiras e olhando pro nada. Eu falava com ele, desesperada para saber o que estava acontecendo, só que ele nada dizia, não se movia. Peguei-o no colo e corri até o acampamento, só conseguia gritar por socorro, algo me dizia que aquilo não era bom, meu filho estava como um zumbi. Quando cheguei ao acampamento gritando por socorro, meu marido logo apareceu e tentou falar com ele, perguntando o que havia acontecido, eu lhe disse que teríamos que correr para o hospital mais próximo. Nós deixamos nossas coisas lá, apenas passei em casa para pegar meus documentos que havia deixado em casa para poder seguir para o hospital. Quando chegamos lá, os médicos o encaminharam para a emergência, porque pelo estado dele ele precisava fazer vários exames, para identificar com o que ele estava aparentemente era hipotermia, porque ele estava gelado, eu não havia percebido isso no desespero de encontrá-lo daquele jeito. Depois de vários exames, que não acusaram nada, decidiram enterná-lo, até uma decisão, mas concreta do caso dele. Ficamos vários cinco dias esperando por respostas, até que veio a notícia de que ele estava em coma, e mesmo em coma vomitava sangue. Eu fiquei totalmente chocada e comecei a chorar e a implorar para que os médicos salvassem meu filho de alguma forma, que fizessem o que pudessem, nem que fosse preciso eu gastar todo o meu dinheiro, até a última gota, nem que fosse preciso eu morrer para poder salvar o meu filho de seja lá o que fosse. O médico disse que provavelmente ele não resistiria, porque nunca houvera um caso assim na medicina, uma pessoa em coma que volta por alguns segundo vomitando sangue e depois entra em coma de novo, isso não existe, isso é um pesadelo. Meu marido disse que seria melhor irmos para casa, eu precisava dormir, eu precisava descansar um pouco. Depois de rolar muito na cama, consegui dormir, e tive um pesadelo terrível. O quarto do meu filho pegava fogo, enquanto ele gritava por socorro todo ensangüentado, e um vulto preto que o cobria, como se fosse um “cobertor”, mas o cobertor o protegia do fogo, tentava o salvar. Acordei com o toque do telefone, era o médico plantonista que tratava de Zac durante a madrugada, ele dizia que ele estava com muita febre e se debatia na cama e disse-me que precisava ir para o hospital nesse exato momento. Desligo o telefone e começo a chorar. –Matt, o que eu vou fazer? Nosso filho está a beira da morte, precisamos ir para o hospital agora. –Acalme-se, tudo irá acabar bem, ele voltará a ser nosso. –Eu o amo tanto. –Eu sei querida, eu também o amo. Corremos até o hospital que ficava a 10 minutos de casa. Quando chegamos lá, o médico nos disse que ele estava “bem”, mas não resistiria a mais uma crise dessa e ele faleceria em pouco tempo. Eu não pude me conter, eu não conseguiria viver sem o meu filho, sem o meu bebê, sem a minha razão de viver e amar. Matt me abraçou enquanto eu chorava enlouquecidamente. Pedi ao médico que me desse um tempo sozinha com ele, assim o fez. Sentei ao lado de Zac, peguei em sua mão fria e comecei a chorar, e falei que eu nunca o abandonaria, e que sempre ele seria o meu filho perfeito, de repente, sinto algo no quarto, e uma tristeza e agonia profunda me perturba no mesmo instante, o quarto começa a pegar fogo, logo eu me via atrás de meu filho o acobertando, tentando salva-lo daquele fogo, ele ficava quente da mesma forma, como se estivesse com febre, ele começou a se debater, mas naquele momento eu já não conseguia me mexer, ele pedia por socorro, só que ninguém o escutava, eu estava tentando salvar meu filho o matando do fogo, nesse momento me lembrei do meu sonho, e percebi que o vulto era eu, eu havia morri carbonizada e por todo esse tempo, tentei proteger meu filho de tudo que fosse ruim, e acabava sufocando ele, eu matei o que eu mais amava em toda a minha vida, meu filho, meu amor, minha razão de viver.

PROBLEMINHA

Pessoal, eu estava revisando o BLOG hoje, e percebi que alguns contos estão faltando. Estarei revendo mais para ver se há mais algum faltando. Irei postar dois contos que estão faltando. Eles são:
- Psicose
- Razão de Viver

Infelizmente com a mudança de template feita pela Isa, deve ter sido a causa desse infeliz problema.

PS: estou na aula, fazendo um plantãozinho para vocês enquanto o professor está fora da sala D:

Ca Menzoni

domingo, 18 de abril de 2010

Fim de semana , depois de muito tempo, matando a saudade!

Nesse fim de semana resolvemos dar um passeio a moda antiga. Quando éramos pequenos (ou talvez menores), gostávamos de passear de bicicleta ou de patins pelas ruas do bairro. E ontem, sábado, andamos pelo bairro novamente, porém a pé. Confiram as fotos:


-Na rua da casa do Ca um carro pegou fogo e a gente parou pra ver. Rolou até corpo de bombeiro, mas quando ele chegou o fogo já tinha sido apagado por moradores (¬¬, não vo nem comentar, minha boca é um túmulo).
-Depois nós fomos até a ultima rua que é uma rua sem saída. O Ca ficou com medo de um maloqueiro pular do mato e catar a gente (nada contra os maloqueiros), aí a gente foi embora. Sério, tava um cheiro de minhoca com CC vencido.








-Aqui é a vista de um matagal e uns prédios onde mora um monte de gente doida e legal. :X
Sério. saposkapsoaksaopk'    Não me responsabilizo.



sábado, 17 de abril de 2010

Quem é vivo sempre aparece!!!

Pois é gente, isso é mesmo verdade
EUU VOLTEEEEEEEEEEEEEEI

Andei passando por alguns momentos meio tensos na escola, mas agora eu estou de volta a vida (por enquanto), então eu e a Isa estamos na casa dela bolando alguma coisa para postar no BLOG, porque digamos.... estamos quase que meio TOTALMENTE parados.

Ainda hoje, postaremos algo que tenha algum conteúdo (:


Ca Menzoni (e Is só olhando)

terça-feira, 6 de abril de 2010

Reforma no site

Para melhor conforto de nossos leitores estamos passando por algumas reformas. Desculpem o transtorno, porém, o site terá mais recursos e damos a garantia de que ficará bem melhor.

Obrigada pela compreensão, qualquer dúvida ou sugestão comente ou envie um e-mail para isaangelotti@yahoo.com.br

Beijos
Is Angelotti

sexta-feira, 5 de março de 2010

Razão de viver?

Podemos pensar que está tudo bem quando não está. Podemos nos iludir com as pessoas erradas, e nos arrependermos. E eu tenho certeza que eu fiz a coisa errada, mas a minha vontade de concertar meu erro é mínima.



A vontade que eu tenho é apodrecer em um canto vazio, numa sala escura.


Sempre fui uma garota mimada, que não tinha limites nem razões para viver. Eu vivia simplesmente para mim, satisfazendo apenas minhas necessidades e sonhando com coisas impossíveis e irreais.


Foi desse modo que a minha realidade mudou. Eu perdi tudo... eu perdi a vontade de viver.
Em um dia normal eu o vi. Na verdade, eu e minhas amigas estavamos fazendo uma comparação com o tal garoto e um artista famoso de Tv.


Alguns dias se passaram e em uma sexta-feira fizemos educação física juntos. Realmente ele jogava muito bem. Mais ou menos duas semanas se passaram e fomos ficando amigos.


Entre conversas e risadas aquilo foi se aprofundando e me arrastando para o fundo do poço sem me dar conta da gravidade da situação. Quando vi eu havia brigado com minha amiga. A melhor de toda a minha vida, e havia me metido numa grande confusão.


O garoto que eu gostava era - desculpem-me a expressão - um galinha. Ele me disse que era mentira, e eu acreditei nas palavras dele. A cada dia que passava eu ia ficando mais depressiva, a raiva e a dúvida me consumiam a um ritmo amedrontador.
Nada disso valeu a pena. Eu devia ter acreditado nas pessoas desde o começo, eu devia ser quem eu realmente era. Ela me amava daquele jeito. Mas não! EU , burra, me joguei no espaço sem pensar, sem saber dos riscos e nem das sequelas. Simplesmente amei e errei. Me arrependi e sofri. Minha vida de nada valeu até agora. Entendo como as pessoas que eu magoei se sentem... apenas, lixo.