terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

4° postagem: Curiosidades sobre os escritores - Dia 2

Oi pessoal,

Bom, a Is é muito inteligente, creio eu que seja uma das melhores alunas da sala, mas ainda sim é extremamente descontraída, extroverdita e muitas vezes faz coisas que são melhores nem citar (eu mesmo prefiro não lembrar), assim uma garota que é para todas as horas, principalmente para rir, e que ultimamente com meu estímulo descobriu o dom para escrever, e agora está interada no assunto e escrevendo coisas como eu, creio que ela possa se tornar uma escritora com o tempo e quem sabe se tornar uma carreira.

(:

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

3ª postagem Curiosidades sobre os Escritores - Dia 2

Estou aqui novamente com mais uma curiosidade sobre o nosso querido Ca Menzoni.

Ele está no 2º ano do Ensino Médio, é muito inteligente (apesar de já ter levado  "bomba" em matemática). Não é muito bom em português mas escreve contos divinamente, como já deu pra perceber ^^
Ou seja, sua vida escolar é bem regular, mas a sua imaginação voa além de nossos sentidos.

E essa foi mais uma curiosidade sobre nosso querido escritor e amante de contos, Ca Menzoni.

Beijos ^^

Is Angelotti

domingo, 7 de fevereiro de 2010

2° Postagem de Curiosidade Sobre Nossos Escritores

Olá pessoal, faz muito tempo que eu não posto nada aqui, porque eu não estou tempo tempo para postar, muitas coisas para fazer por causa do começo das aulas, continuando.

A Isa, como ela mesma disse somos amigos muito íntimos, que temos muita amizade há muito tempo e que se temos tempo e paciência estamos sempre juntos, e muitos dos nossos projetos mais estranhos que pudessem ser, estávamos juntos e tentávamos fazer as coisas se tornarem realidade, ela não citou o quanto nos divertimos do halloween (lembro disso rindo muito), e também não se lembra de quando queríamos gravar um clip de musica, começamos a nos falar por causa de nossos pais e assim começamos a brincar na rua e etc, depois fomos para a era da informática (heeuhuehue), e assim jogávamos The Sims 2 a tarde toda nos finais de semana, e assim tínhamos idéias muito estranhas e quase todas engraçadas. Ela é muito engraçada e principalmente quando acaba intalada em lugares muito engraçados. A Isa sempre me faz rir, ela é muito engraçada, espero que nós nunca nos esqueçamos e que sejamos amigos até quando der. A Isa é mais que uma amiga, é como uma irmã mais nova muito chata que eu amo muito.

(:

1ª postagem de Curiosidades Sobre Nossos Escritores

E a primeira a postar não poderia ser outra, EU! Is !
Uma curiosidade sobre nosso querido Ca Menzoni?

Ele dá a loca quando eu esqueço de colocar tag nos contos! uehueheuheueh , brincadeira !

Ele é um amigo muito sincero. Quando eu estou esquisita ele fala, quando eu estou linda, ele fala ! Desde que me mudei para o bairro que atualmente moro ( há mais ou menos 6 anos atrás ) somos amigos, muito íntimos. Já tentamos gravar vídeos, fazer um web show, mas nada deu certo ;D ( o vídeo foi o q mais deu certo ). Agora, esse blog, foi a melhor coisa que fizemos até agora, heueheuehuh. E admito, que eu amo escrever com o Ca, ele é criativo e ama tudo o que eu amo.

Apesar de sermos muito diferentes, também nos amamos muito, como irmãos. Ca, vc é o irmão q eu nunca tive. Vc me apoia e me faz feliz, muito feliz.

Te amo :*

Is Angelotti

sábado, 6 de fevereiro de 2010

É Carnaval !! :}

Como eu e o Ca estivemos ocupados esta semana inteira por conta das aulas e deveres resolvemos fazer uma... pequena surpresa.
Eu irei viajar nesse Carnaval e gravarei vídeos, tirarei muitas fotos e com certeza vou postar em nosso blog. Confiram, vocês não perdem por esperar !! E no final de tudo isso... um conto de carnaval surpresa !! Muwhahahaha !!

Tenho certeza que vocês vão simplesmente AMAR !!

Enquanto isso, aproveitem as curiosidades sobre nossos autores que começam a partir de amanhã!

Beijoos

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Novos Contos disponíveis? Receba notícias.

Quer receber no seu e-mail novidades sobre o nosso blog? Então envie um e-mail para isadora_angel@htomail.com , com assunto: "NOTÍCIAS DO BLOG FRENESI DE CONTOS". No corpo da mensagem escreva seu primeiro nome e seu endereço eletrônico (enviaremos as atualizações do blog pelo e-mail indicado no corpo da mensagem).

Beijos,

   Isa Angelotti

É festa !! A semana da verdade dos nossos autores!

A partir de segunda feira dessa próxima semana iniciaremos (eu e o Ca) a semana da verdade.
Todos os dias iremos postar algumas curiosidades sobre os autores de seus contos preferidos.

O que acharam da idéia?? Comentem :B

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Amor sem Fronteiras

Está na hora de acabar com tudo isso. Essa história já me custou muito caro. Magoei meus amigos. Magoei minha família. Eu me magoei.
Simplesmente, vale a pena continuar? Vale a pena levar isso adiante? Vale a pena ser uma pessoa que eu não sou?

Essa é a minha história, a história de uma garota que deu tudo de si, por um amor impossível. Não é verdade se eu disser que realmente esqueci ele, pois não esqueci. E agora estou aqui, completamente sem nada. Moro de favor na casa de uma amiga, que apesar de tudo o que eu fiz, ainda me ama e me quer.

Acho que chegou a hora de parar com esse vício, de ser quem eu sou, de verdade, de assumir minhas responsabilidades e de me redimir com todos.

--

Primeiro ano no colegial, ansiosa e nervosa me dirigi apressadamente à minha carteira. Eu entrei no meio do ano em uma escola nova, minha mãe havia sido transfirida de Chicago para a Cidade do México. Não estava feliz com aquela mudança repentina, sempre acho um mico mudar de escola, eu odeio!

Sentei em minha carteira e joguei a bolsa no chão, abaixei a cabeça e fiquei rezando para aquele dia acabar de uma vez.

Agora vem a parte interessante, mas ordinária. Pode ser loucura , essa coisa de amor a primeira vista não existe. Nunca existiu. Mas aquilo FOI amor a primeira vista.

Ele passou divinamente em minha frente, parecia flutuar, ele não caminhava, ele voava sobre nossas cabeças paracendo um anjo, um deus grego. Fiquei olhando ele se sentar na carteira em frente a minha e fiquei olhando sua nuca a aula inteira, até a hora do almoço.

Bateu o sinal e eu levei um susto, eu simplesmente não havia ouvido nada que o professor havia falado. Me levantei da carteira e fui, sem pressa, para a ila do refeitório. Depois de comprar uma maçã, um pudim de chocolate e um suco de uva, comecei a procurar um lugar para sentar.

- Oi, você é a garota que veio de Chicago.

Levei um susto, virei para trás. Era a menina que havia me mostrado minha sala.

- É sou eu sim - dei um meio sorriso de vergonha.

- Vem sentar comigo, quase ninguém senta na mesa em que EU sento. Acho que eu sou uma estranha por aqui.

- Então somos duas - dessa vez dei um sorriso sincero de compreensão.

Eu me sentei na mesa com ela, e realmente, haviam apenas, eu, ela, um garoto de óculos e mais duas meninas ruivas e gêmeas. Desembrulhei minha maçã e dei uma dentada, tomei um gole de suco.

- Então, meu nome é Leyla, e o seu? - perguntou a garota enquanto desembrulhava seu cupcake.

- Eu? Lea. Na verdade é Lorena, mas eu não gosto de Lorena. Me chama de Lea.

- Ok, Lea. - demos uma risada nervosa.

Em três dentadas eu já havia terminado minha maçã, terminei o suco e comecei a comer o pudim. Quase me engasgo quando vejo aquele garoto lindo passando novamente.

- Hum... Vejo que você reparou no Jordan. Ele não é flor que se cheire já vou te avisando. É tipo uma planta carnívora que atrai os mosquitos depois os engole. Duas garotas que já namoraram com ele repetiram de ano.

- Sério? Ele tem um rosto tão angelical, como pode um garoto assim ser tão... - não encontrei a palavra certa - sei lá... vamos esquecer esse assunto.

- Sim, vamos!







Passaram-se duas semanas e eu e a Leyla ficamos super amigas. Passeávamos juntas e íamos fazer compras, a tarde, depois da escola ela ia na minha casa e nos sábados eu ia na casa dela. No começo da terceira semana parece que tudo mudou.

Cheguei como de costume, coloquei minha bolsa no chão e sentei esperando o professor chegar. A Leyla passava, a gente ficava conversando e quando o sinal batia para o início das aulas eu virava para frente e via o garoto mais lindo do mundo sentar na minha frente. Porém, dessa vez ele olhou para trás e disse:

- Oi, você é nova por aqui? - ele parecia bastante impressionado.

- Sim, sou nova sim, mas, já fazem duas semanas.

- Ah sim! Estou lembrado. A Lorena...

- Lea.

- Quê?

- Me chama de Lea - corrigi rapidamente.

- Me chame de Jordan.

O professor de español entrou na sala como sempre, o Jordan continuou me encarando, isso me deixou muito sem graça. Nenhum menino lindo daquele jeito ficava me encarando por tanto tempo.

- Sr. Jordan Kevin, poderia virar-se para frente e prestar atenção na aula?

Ele virou lentamente.

O sinal tocou, eu e a Leyla fomos para a fila da cantina. Eu peguei milk-shake e fritas e a Leyla um sanduiche natural e uma agua de côco. As vezes ela tinha umas crizes de ser natureba. Quando íamos sentar em nossas mesas o Jordan apareceu.

- Ei Lea, quer vir sentar com a gente? - ele apontou para a mesa dos populares, sempre cheia de gente comendo frutas ou se exercitando, eu me sentiria uma estranha comendo fritas.

- Não obrigada! Tem muita gente pro meu gosto. Eu acho que prefiro comer minhas fritas também, se não se importa. Não estou de regime.

Ele riu - Você é engraçada. Mas, se um dia quiser começar a malhar e comer bem é bem vinda - e se retirou.

- Eu não diria que aquilo é comer bem.





Isso continuou acontecendo durante mais três dias quando eu decidi aceitar o convite dele.

- Você pode vir também Leyla.

- Não obrigada, pefiro não sofrer uma lavagem cerebral.

- Leyla, tá tudo bem se eu for apenas hoje?

- Tá, tá tudo bem. Mas vê se não vai viciar em frutas. - ela deu uma piscadela.

Caminhei até o ponto de encontro dos populares, fui bem recebida com olás e "como vai?", e todo o tipo de informalidade possível. O local tinha um cheiro forte, que de início eu não estava reconhecendo. Havia realmente muita gente, que ocupavam duas mesas inteiras.

As mesas ficavam do lado de fora do pátio, onde ainda batia um pouco de sol. Olhei para um dos lados, havia um jardim, com várias flores de todas as cores possíveis, nunca havia reparado, era linda aquela parte da escola. Olhei para o outro lado e logo mudei minha opinião sobre o quesito "linda". Haviam dois meninos, quer dizer, adolescentes, usando drogas. O cheiro era bem forte. Às vezes vinha outra pessoa e usava também. Achei aquilo horrível, repulsivo, pensei em sair correndo daquele lugar horroroso.

- Ei garota. Quer experimentar? - um dos garotos perguntou.

- Não, não obrigada! - eu respondi apressadamente com o intuito de sair dali bem rápido.

- Ah, qual é gata, senta aí. Experimenta. - ele insistiu.

Todos começaram a me empurrar em direção aos garotos. "Experimenta!", "Vamos para de ser covarde.", "Vamos, experimente".

Eu peguei a droga em minhas mãos e coloquei um pouco na boca. Nunca havia experimentado aquela sensação, era uma coisa meio maluca. Não sentia meus pés tocarem no chão, comecei a ficar meio tonta, sentei. Não enxergava dois palmos a minha frente.

- Eu não estou bem. - aleguei.

- Isso é normal na primeira vez que vocês experimenta. É só uma questão de tempo.





Estava sentada em minha cama, um pouco tonta ainda, mas não tanto. Fiquei pensando naquele momento em que experimentei algo tão viciante. Aquilo sugou todas as minhas forças, mas eu gostei. Aliás, eu adorei! Eu precisava experimentar de novo. Apenas mais um pouco e pararia, deixaria isso de lado, tenho certeza.

Peguei meu casaco e as chaves de casa, deixei um bilhete para minha mãe que iria à casa de uma amiga e sai, de bicicleta até a escola. Ao chegar lá vi alguns garotos, não os mesmos, mas eram três, e estavam fumando. Me aproximei.

- Eu posso me juntar a vocês? - perguntei com muita vergonha.

- Claro, senta aí. - disse um dos garotos loiros.

Eu me sentei ao lado dele e eles me ofereceram um cigarro.

- Não, eu quero mesmo é aquela... acho que chama cocaína. - falei na maior cara de pau.

- Ah, desculpe, a gente não trouxe hoje. Apenas cigarro e maconha mesmo.

- Lea?

Levantei a cabeça e vi Jordan, fiquei muito surpresa e hipnotizada.

- Oi Jordan - falei enquanto levantava, com muita vergonha.

- O que veio fazer aqui? - ele olhou para a minha cara com muito espanto.

- É que sabe, eu... experimentei aquilo hoje de manhã e quiz experimentar só mais um pouco sabe? É... isso... - eu disse.

- Ah! Já entendi. Vamos à minha casa. Eu acho que eu tenho um pouco ainda.

Entramos num carro muito bonito, preto, de estilo conversível. Chegamos à casa dele e sentamos em sua cama.

- Desculpe o incômodo Jordan.

- Não se preocupe. Meus pais não estão em casa, então podemos usar à vontade - ele piscou.

Ele subiu em uma cadeira e pegou uma caixa grande em cima do guarda-roupa.

- Pensei que você tinha um pouco apenas - dei uma risada sonora, ele olhou para minha cara e começou a rir também. Olhamos um nos olhos do outro e ficamos durante um minuto, porém, um minuto intenso.

- É e então? Quer? - ele tirou um saquinho da caixa e me ofereceu.

Não sei mais o que aconteceu. Não lembrei de nada de manhã, quando acordei em minha cama.

Levatei com dificualdade. Olhei em volta e não reconheci o lugar. Cambaleei até a porta. Ela dava para um corredor bem iluminado e sofisticado. Realmente não era a minha casa. Fui andando pelo corredor ainda sonolenta.

- Lara, Lara, ela acordou! - falou um homem de branco.

- Como assim? - perguntei.

A Leyla chegou e olhou espantada para mim. Mais duas mulheres e um homem chegaram.

Leyla me levou para o quarto em que eu estava antes. Me sentou na cama e afastou alguns aparelhos de hospital.

- Lea. Eu havia te avisado sobre o Jordan. - ela hesitou e então eu falei:

- Quem são aquelas pessoas, o que eu estou fazendo aqui?

- Aqueles são meus pais e a enfermeira, e o de branco é o doutor. Lea, você sofreu um acidente de carro e ficou em coma. Perdeu pequena parte da memória também. Você começou a namorar com o Jordan e começou a beber e se aproximar do mundo das drogas. Seus pais, quando descobriram, te expulsaram de casa. Nesse último sábado você sofreu um acidente, Jordan estava bêbado e bateu o carro na Praça Central e agora você está aqui na minha casa. O Jordan nem ligou para sua situação. Ele já está outra.

Depois que soube disso me recuperei e sai do mundo das drogas. Agora estou aqui, tentando me redimir com todos que magoei. E procurando um jeito de agradecer tudo o que Leyla e seus pais fizeram por mim.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Em uma noite de verão 2

Não havia mais razão para viver. Eu havia perdido tudo. Não tinha mais nada para amar e nem cuidar. Ninguém para cuidar de mim e me amar.

Sem rumo me dirigi à entrada, novamente ignorando o corpo de meu pai.
- Ei, Carina, você está bem? - perguntou Jonny, meio sem jeito, ou John, como chamava meu pai. Eles eram amigos intimos, imagino que Jonny estivesse abalado pelo acontecimento também.
- Como você acha que estou me sentindo?
- Se quiser pode ir lá para casa até conseguirmos fazer contato com algum parente seu.
- Não, eu quero ficar aqui em casa, sozinha.
- Você não pode - ele disse em um tom alarmante - Não entende? Já contatamos Nora de que ele deveria procurar um local seguro. Você ainda É a próxima vítima.
- Jonny você nunca vai entender como é a dor de perder um pai desse jeito. Assassinado. O seu pai morreu de velhice agora que você tem 50 anos! Eu quero vingança, eu quero matar esse sujeito!
- Eu entendo, mas é muito arriscado. Você vai ter sua vingança. Mas por enquanto, eu lhe peço, fique lá em casa. - ele olhou para mim de um jeito que não pude negar. Eu vi a dor em seus olhos e o desespero.
- Tudo bem - disse finalmente vencida - eu fico.


Já na casa dele comemos macarrão instantâneo. Fomos deitar cedo, sem assunto e sem nada para fazer. Ele fez uma cama no sofá para mim, o sofá dele era muito confortável.
Eu tive um sonho muito estranho esta noite, sonhei que eu estava estirada no chão, no sol, sagrando, Gregory, mais conhecido como Van Don Launmer, estava passando sal e limão sobre os meus ferimentos. Foi horrível.
Acordei assustada ainda de noite ouvindo alguns barulhos. Devagar me levantei e acendi a luz, quase tive um "treco" quando vi Jonny parado na escada com cara de zumbi. Ele correu para meu lado, cobriu minha boca com as mãos, me impossibilitando de fazer algum barulho, apagou a luz e se escondeu atrás do sofá, me puxando junto.
- NUNCA acenda a luz quando ouvir barulhos, entendeu? - ele sussurrou em meu ouvido.
Eu balancei a cabeça em sinal afirmativo. Ele destapou a minha boca.
- O que está acontecendo?
- Eu desci para beber água e vi um vulto passando. Duas vezes. Se for o Gregory, ele realmente é muito descuidado.
- E agora o que vamos fazer?
- Vamos sair daqui e chamar a polícia.
Ele foi me puxando até a porta de entrada e tentou abrir, trancada. Fomos até a janela e tentamos abrir, também trancada.
- Ele é mais esperto do que eu pensava.
Tentamos todas as janelas da casa. Deve ter levado bastante tempo.

As luzes se acenderam quando estávamos tentando abrir a porta dos fundos. Olhamos para trás e lá estava ele.
- Quer dizer que nos encontramos novamente não é? - Gregory perguntou com um sorriso de malícia no rosto.
- Eu só tenho uma coisa a dizer com isso. Na verdade, a perguntar. - falou Jonny, ele tinha uma coragem que eu admirava - Por que você quer fazer chantagem à Nora?
- Oh! Eu não queria fazer chantagem. Eu queria vingança.
- Por que? - eu perguntei meio abobada, surpresos eles olharam para mim.
- Na época do colégio eu gostava dela, mas tinha vergonha de expor meus sentimentos, e durante muito tempo me esnobou. Quando crescemos ela me contratou, eu precisava de dinheiro. Ela começou a namorar seu pai e teve você, uma criatura insignificante. Agora consegui me vingar com seu pai, mas não com Nora.
- Isso não está nem um pouco certo. Que culpa tinha meu pai nisso? - perguntei indignada.
- Se ela não fica comigo, não fica com ninguém - Gregory respondeu. A raiva transparecendo em seus olhos.
- Você é um egoísta maluco! - eu me admirei com minha coragem naquele momento.
- Ah! Esqueci de dar a noticia maior. Eu vou te matar, agora e aqui. - ele olhou para Jonny - e você também caro Senhor Jonny.
Ele sacou uma arma e apontou para mim. Atirou, senti minha pele queimar no lugar que foi atingido. Eu caí no chão e me contorci de dor. Acho que nessa hora a polícia arrombou a porta.


- Carina, por favor, acorde. Por favor.
- Jonny?
- Sim?
- Você está vivo? Está bem?
- Eu estou bem - ele respondeu.
- Então isso é o que importa. Me deixe morrer eu não quero mais viver. Só quero uma coisa.
- Qualquer coisa - disse ele entre lágrimas e soluços.
- Eu quero matar Gregory.

Ele olhou para mim com cara de assustado. Sem cerimônia me ergueu e colocou sobre seus ombros. A dor estava quase dominando, mas eu teria de resistir apenas mais um pouco. Ele colocou uma faca em minhas mãos e sussurrou:
- Todo seu - segurou minha mão e a posicionou - é só ir fundo.
Olhei para baixo e vi uma imagem embaçada de um homem se contorcendo, parecendo que estava tentando se livrar de algo amarrado na boca.
Hesitei. Será que eu queria ser igual a ele? Queria ser uma menina assassina? E a resposta? Sim. Eu queria. Fiz uma força tremenda, mas fiz o trabalho sujo e me rendi, para finalmente descansar em paz e encontrar meu pai, onde quer que ele estivesse.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Notícia

Houve um pequeno problema e não conseguirei terminar a história Em uma noite de verão a tempo, desculpem pelo ocorrido. Amanhã postarei sem falta.

OBS.: Eu até posso conseguir terminar hoje, mas aí vai ser de noite.

Bjão