terça-feira, 6 de abril de 2010

Reforma no site

Para melhor conforto de nossos leitores estamos passando por algumas reformas. Desculpem o transtorno, porém, o site terá mais recursos e damos a garantia de que ficará bem melhor.

Obrigada pela compreensão, qualquer dúvida ou sugestão comente ou envie um e-mail para isaangelotti@yahoo.com.br

Beijos
Is Angelotti

sexta-feira, 5 de março de 2010

Razão de viver?

Podemos pensar que está tudo bem quando não está. Podemos nos iludir com as pessoas erradas, e nos arrependermos. E eu tenho certeza que eu fiz a coisa errada, mas a minha vontade de concertar meu erro é mínima.



A vontade que eu tenho é apodrecer em um canto vazio, numa sala escura.


Sempre fui uma garota mimada, que não tinha limites nem razões para viver. Eu vivia simplesmente para mim, satisfazendo apenas minhas necessidades e sonhando com coisas impossíveis e irreais.


Foi desse modo que a minha realidade mudou. Eu perdi tudo... eu perdi a vontade de viver.
Em um dia normal eu o vi. Na verdade, eu e minhas amigas estavamos fazendo uma comparação com o tal garoto e um artista famoso de Tv.


Alguns dias se passaram e em uma sexta-feira fizemos educação física juntos. Realmente ele jogava muito bem. Mais ou menos duas semanas se passaram e fomos ficando amigos.


Entre conversas e risadas aquilo foi se aprofundando e me arrastando para o fundo do poço sem me dar conta da gravidade da situação. Quando vi eu havia brigado com minha amiga. A melhor de toda a minha vida, e havia me metido numa grande confusão.


O garoto que eu gostava era - desculpem-me a expressão - um galinha. Ele me disse que era mentira, e eu acreditei nas palavras dele. A cada dia que passava eu ia ficando mais depressiva, a raiva e a dúvida me consumiam a um ritmo amedrontador.
Nada disso valeu a pena. Eu devia ter acreditado nas pessoas desde o começo, eu devia ser quem eu realmente era. Ela me amava daquele jeito. Mas não! EU , burra, me joguei no espaço sem pensar, sem saber dos riscos e nem das sequelas. Simplesmente amei e errei. Me arrependi e sofri. Minha vida de nada valeu até agora. Entendo como as pessoas que eu magoei se sentem... apenas, lixo.

Novii

Olha a conversa entre eu e minha amiga:

' Isabella P diz:

pode deixar, eu passo la perto direto
eu tiro pra voce
de dentro.. e de fora né ?

ϟ Is diz:
sim

' Isabella P diz:
ô coragem S;
paskpaokspaosk

ϟ Is diz:
S=

Caso vocês não saibam, Isabella é a minha amiga, que mora em P. E., ela vai tirar as fotos do hospital são Lucas... *emoção*

OPKASPOSKSPOK
beijoos,
Is Angelotti

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

.... Sem barreiras ( nome besta eu sei )

- Kevin. Eu espero que você entenda, mas eu vou ter que sair do país com meus pais durante algum tempo. - esse começo de conversa foi o mais triste que tive em minha vida.


- Por que Jamie? - ele estava calmo ainda.

- Porque meu pai vai trabalhar por algum tempo no México.

- Eu entendo. Mas você não pode ficar?

- Sinto muito. Não posso. - falei enquanto olhava em seus olhos e percebia o desespero tomando sua calma.

- Quando você vai voltar? - ele me perguntou com a voz um pouco rouca, tentando não chorar.

- Não sei, mas, - meus olhos começavam a se encher de lágrimas - promete que vai me esperar?

- Eu esperarei, até a morte.

Com um abraço nos despedimos e com um beijo selamos a nossa dor... e o compromisso de fidelidade eterna.



--



Dois anos se passaram e eu voltei para a minha cidade natal. A primeira coisa que fiz foi dar um abraço em todos. Mas deixaria Kevin em último lugar, eu pretendia me demorar mais com ele. A cidade era pequena, e eu não tinha muitos conhecidos, portanto foi rápido e logo cheguei em frente a casa de Kevin.

Sentei na calçada e fiquei imaginando se ele ainda gostava de mim. E se ele tivesse me esquecido? E não houvesse cumprido sua promessa?

Com tantas perguntas sem respostas na cabeça tomei uma decisão. Iria embora, com certeza ele havia me esquecido. Me levantei e quando

dei o primeiro passo alguem me segurou. Olhei para trás...

- Kevin...? Pensei que ...

- Você não sabe como foi difícil te esperar.

- Eu senti muitas saudades. Toda vez eu ouvia seu nome. Sonhava com você todas as noites e vivia chorando.

- Agora nós estamos juntos... e ninguém mais vai atrapalhar. Eu espero.



Depois de tudo isso continuamos juntos. E mesmo que nosso namoro não dê certo mais para frente, nunca me esquecerei da pessoa maravilhosa que Kevin foi.

Is Angelotti

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Voltas do coração - Capítulo 1

Já estava para me deitar quando ouço o toque do telefone. Atendo, porém, não reconheci a voz que estava na outra linha.
- Alô? - perguntei com voz de indignação, o relógio marcava 11 horas da noite.
- Por favor, perdoe-me se a acordei senhorita, porém, quem está falando aqui é Bento. Sou um primo seu, muito distante. Liguei pois o Tio José acaba de falecer e deixou algumas coisas para você - estranhamente, o meu mais novo primo falava português, mas tinha um forte sotaque italiano.
Surpresa eu respondi:
- Titio Zé? Meus pêsames! Mas eu nem tenho tanta afinidade com ele! De qualquer forma, como faço para pegar minha parte da herança?
- Se está interessada posso pedir para alguém buscá-la e te acompanhar até aqui.
- Até aqui onde? - perguntei.
- Ora! Onde acha que nosso tio morava? Na Itália! Bem que me disseram que você não era rapida, eh?
- Neste caso eu posso tomar um taxi sozinha e ir até o porto, por que não?
Hesitamos por alguns momentos.
-Então, pode estar aqui amanhã que horas?
- Talvez pela noite. Me passe seu endereço.
Fui anotando enquanto ele falava, nos despedimos e fui me deitar.
Não conseguia dormir com tantos pensamentos me aturdindo. Será que aquele homem falava a verdade? Não seria muito precipitado viajar assim, de repente? Com certeza eu não teria nada a perder. Eu não trabalhava, ganhava pensão de meu pai, idoso, que não sei onde mora. Também não tinha amigos, família nem conhecidos, vivia trancada dentro de casa, enfiada na sala de leitura. Então já havia decidido, eu iria partir amanhã bem cedo.

---

Acordei cedo, o sol não havia aparecido ainda, levantei e fui lentamente até o banheiro. Olhei no espelho e a imagem de uma mulher de olhar inocente, cabelos negros até a cintura e bochechas rosadas apareceu, era eu. Eu costumava ter uma aparência séria, nem parecia a minha imagem no espelho.
Comecei a pentar o cabelo das pontas até o couro cabeludo. Fiz um coque no alto da cabeça e coloquei uma presilha prateada. Vesti meu vestido de cetim rodado carmim, e coloquei meu sapato de salto. Aprontei a minha mala e estava quase saindo quando lembro de algo crucial... Olhei-me no espelho novamente, dessa vez me examinando e peguei um batom na gaveta.
Aquele batom vinho, que há tanto tempo não tingia meus lábios com sua cor chamativa.
Peguei minha mala e coloquei o pé para fora, sentindo o ar frio do dia.
Fiquei imaginando o que viria a seguir enquanto chamava um taxi.

Continua...

Is Angelotti

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A melhor parte da vida é a realidade

Acordei mal-humorada, estava em um dia daqueles em que não suportaria nada, criticas, reclamações, idiotices, e estava frustrada porque eu e meu marido que já estávamos casados a tanto tempo não tínhamos mais uma relação como antes, meus filhos já adolescentes não tínhamos mais um bom relacionamento, eu estava me sentindo sozinha, solitária e não estava tentando fazer nada para melhorar isso. Fiz o café da manhã, como sempre silencioso, como se não houvesse ninguém comigo. Antes de sair pedi para a Josefa, a empregada que limpasse o quintal dos fundos. Peguei minhas coisas e segui para o meu carro, todos já tinham saído, sem se despedir, éramos muito desunidos, era como se não houvesse amor, e se houvesse estaria escondido bem no fundo de todos nós, eu amava os meu filhos e meu marido, mas parecia que eles não sentiam o mesmo. No caminho minha cabeça estava totalmente congestionada de informações e problemas para resolver, pensava nas contas, no meu marido e nos meus filhos, no trabalho, estava estafada mentalmente, e estava começando me sentir mal fisicamente, chegando perto do meu local de trabalho, recebo uma ligação, era minha amiga Cristina que pediu para que eu passasse na Starbucks comprar um cappuccino para ela. Cristina disse que eu estava com uma voz muito estranha e perguntou se estava tudo bem e se queria conversar sobre algo, disse-lhe que só estava cansada pois tinha dormido mal a noite. Ela era muito amiga minha, nos conhecíamos desde o colegial, fizemos faculdade juntas, mas mesmo assim eu preferia guardar isso para mim, queria resolver sozinha, ela poderia me confundir mais ainda com seus conselhos e talvez eu poderia acabar fazendo a escolha errada. Segui para a Starbucks para comprar o cappuccino de Cristina, chegando lá estava bem cheia e tive de esperar um pouco, mas estava com tempo, tinha 30 minutos antes do horário, e como não era longe, estava sossegada, aproveitei e comprei um para mim também. Saindo de lá, chegando perto do meu carro, alguém tromba comigo e cai no chão, junto com meu cappuccino. Quando vejo um senhora, de estatura bem baixa, de certa forma rechonchuda que, parecia-me uma mendiga, como se tratava de uma senhora eu decidi não chegar. -Está tudo bem com a senhora?- disse ajudando ela a se levantar.-Muito obrigada minha cara.- Percebi que ela parecia muito com minha avó, materna, inclusive em sua voz.-Não há de que. Seguindo para o meu carro, deixando a senhora para trás, com as mãos já na maçaneta, a senhora chama pelo meu nome, olhei surpresa para ela, como ela sabia meu nome? Então, ela veio em minha direção. -Por favor, quero que fique com isso, use-o.- Ela me deu um colar, que tinha como pingente uma pequena pedra, não sei exatamente que pedra era aquela, mas sabia que era especial, ela tinha um brilho próprio, como uma estrela. -Fique com ele, e saberá seu significado em breve, mas escute, nunca deixe esse colar, independente do que aconteça, use com sabedoria. -O que? Mas eu não quero esse colar, para que serve? Senhora! - Ela sumiu dentro de um beco. Eu achei meio estranha a situação, e guardei o colar na minha bolsa. Liguei o carro, e dirigi até onde eu trabalhava, saindo do carro, eu comecei a ouvir um barulho tão agudo, que era ensurdecedor, o que seria aquilo?



Continua...

Ca Menzoni

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Carnaval - Dia 5 - 17/02 DIA DE IR EMBORA

No dia 4 eu não fiz NADA!!! Apenas tomei sorvete e fiquei mongando.

Eu achei muito hilário a carreta cheia de coisa da minha mãe opakopsakpsoaksaopk !! Olhem:


A gente chegou em casa meia-noite. Tive um treco! To com sono até agora
poakpasoksaopkaspok

Beijos,

Is Angelotti

[E como prometido, o conto especial será postado amanhã, o mais rápido possível]

Carnaval - Dia 3 - 15/02

Hoje aprendi a jogar Bozó. É bem legal! Mas, eu, minha tia Letícia, "Lê", a minha irmã, e a minha mãe precisávamos de 5 dados. Fomos nós comprar em uma loja de 1,99. Chegando lá encontramos uma turma de bêbados. Dêem uma olhada no diálogo DDD:
Entramos na loja e demos uma olhada em umas bolsas. Eu já fiquei de olho naquele grupo fazendo barulho e confusão. Achamos os dados e pegamos 5 dados pequenos. Um rapaz loiro foi sainda da loja e perguntou:
- Você não tem dado em casa não?
Eu pensei que minha tia ou minha mãe conhecessem ele. Eu nem sei se devo escrever isso, mas minha mãe falou:
- Não. Sua mãe tem dado, e muito!
O_O
EU RACHEI!!!
Ele ficou com uma cara de bosta e foi embora!
Compramos o dado e fomos para casa, minha tia começou a me ensinar.
Brincamos a tarde inteira e depois eu passei mal de tanto me empanturrar de bolo. Foi um dia bem legal ! :BB
Nesse dia eu também tomei sorvete recheado. Uma dilicia!

Beijos,
Is Angelotti

Carnaval - Dia 2 - 14/02

Fui ao Figueiral, mas, no mínimo, minha mãe esqueceu a câmera, ainda bem, estava uma bagunça, gente feia e bêbada, uma mocreia dançando o Rebolation do meu lado, um monte de gente fazendo xixi na água. Um HORROR! Eu fiz o favor de poupá-los dessa desgraça humana, mas, geralmente o Parque Figueiral é bem legal!
Resumindo: não tomei sol, não fiz nada! Kkkkk! Mas pelo menos eu aprendi o Rebolation!
Parque Figueiral em um dia normal.


Beijos,

Is Angelotti

Carnaval - Dia 1 - 13/01 CONTINUAÇÃO

[Malz eu não postar antes. A internet tava um pé na bunda, nem conectava]
FINALMENTE ME LEMBREI DO QUE É INTERNET DE VERDADE.

Um pouco mais tarde fomos atrás de fantasia do Carnaval para desfilar, mas já tinham se esgotado. Ainda bem! Choveu e eu e minha família ficamos na sorveteria rindo da cara das pessoas que ficavam passando todas molhadas e chorando.
xD Euri mto

Beijos

Is Angelotti